As consequências na vida das pessoas envolvidas,
seus familiares e amigos, são o grande mal dos
acidentes.
Conte sua história, relate o que aconteceu com
você ou pessoas das suas relações.Seu
depoimento pode ser fundamental para contribuir na conscientização
de motoristas, passageiros, pedestres, empresas e autoridades.
Participe, conte sua história e dê sua
contribução nessa guerra contra a tragédia
do trânsito.
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Sandra Daher - Caxias do Sul - RS
Em julho 24 de 2008 perdi meu amado filho, na estrada
Rio - Petrópolis, seu nome André Luiz
Daher Toesca. Tinha 34 anos. Sua moto foi atingida
por um caminhão de cimento.
Ele morreu debaixo do caminhão. Hoje eu sofro
sem ele. Cadê a justiça, onde estão
nossos políticos, para onde está indo
o nosso dinheiro? Só sabem malhar os motoqueiros
e esses assassinos de pessoas inocentes o que fazem
com eles? Esses motoristas embriagados que devem usar
drogas para não dormir e o bafômetro?
Cadê o cumprimento dessas leis? Sinto vergonha
de ser brasileira, e por ter certos governantes. Agora
eu pergunto o que eu faço com a minha dor,
quem devolvera a VIDA DO MEU FILHO?
Se ele estivesse vivo no dia 8 de abril teria feito
35 anos. Não posso beijar mais meu filho, hoje
só sinto saudade e um grande vazio por dentro.
Onde estão os verdadeiros políticos
e a lei? Em conta corrente em qualquer lugar deste
mundo imundo?
Benito Dias - Jaru - RO
Este relato é para aqueles motoristas
que acham que bebida e direção não
é coisa séria. Moro em Jaru no interior
de Rondonia, no dia 30 de outubro de 2004, era sábado,
fui visitar uns amigos em uma cidade vizinha distante
40 km da minha e por lá inconsequentemente
como era de costume, ingeri muita bebida alcoolica,
vários dos meus amigos insistiram para que
eu não voltasse dirigindo pra minha cidade,
devido ao meu estado visivél de embriagues...
Mesmo assim contra tudo e contra todos peguei o meu
carro um Palio 1.8 e cai na estrada, quando estava
já na metade do caminho, aconteceu o pior!!!
Estava em alta velocidade, a PRF calculou que estava
em torno de 170 km/h quando bati na traseira de duas
caminhonetes Hilux, uma delas teve praticamente perda
total, por muita sorte os ocupantes que viajavam juntos,
e eram da mesma familia, nada sofreram além
dos danos matériais, que foram devidamente
ressarcidos, já eu não tive tanta sorte,
tive multiplos ferimentos pelo corpo todo, fiquei
com sequelas na mão esquerda (perda de movimento)
desde este dia nunca mais ingeri bebida alcoolica
na minha vida...
Aprendi a lição e espero que este depoimento
sirva de exemplo para quem ainda, insiste em beber
e dirigir!!!
Fiquem com Deus.
Tanis Alves - Restinga Seca - RS
Na noite do dia 17 de julho de 2003.Eu
estava entre os 18 estudantes que vinhan da cidade
de São Jõao do Polesine (RS) para Agudo,
na epoca morava em Dona Francisca, estava sentado
no 1º banco atras do motorista, ele estava bebado
foi acender um cigarro e deixou cair o isqueiro, segurou
o volante com as pernas, enquanta tentava pegar o
isqueiro não viu que estavamos numa curva.
o veiculo tombou numa ribanceira deixando muitos feridos.
Eu tive uma ruptura no figado ate hoje qdo entro num
onibus fico tenso rezando para que nada aconteça.
Minha vida virou de ponta cabeças desde daquele
maldito acidente. Pela irresponsabilidade de uma pessoa
estamos pagando ate hoje um preço muito caro.ainda
tenho esperança que ele pague pelo que fez.
O ônibus era da empresa Jaeger, e o mesmo acidente
da Dariane Beatriz dos Santos Engel de Içara
-SC, quando li o depoimento dele e que resolvi escrever
o meu.
Ana Maria Torres Ferreira Nunes - Belo Horizonte -
MG
Não escrevo aqui para contar uma
história de acidente que pudesse ter acontecido
comigo, mas porque quero evitar que ele aconteça!
Sou Guia de Turismo Regional de MG, autorizada pela
EMBRATUR, e há oito anos viajo pelas estradas
e rodovias no meu Estado e também fora dele.
Sou guia bilíngüe francófona, o
que quer dizer que viajo com estrangeiros de língua
francesa visitando nossas cidades históricas
como Ouro Preto, Mariana, Congonhas, São João
del Rei e Tiradentes, de onde os acompanho até
o hotel no Rio de Janeiro. Estou cada vez mais preocupada
com o trecho da Rodovia BR-040, entre Belo Horizonte
e Congonhas, trecho este onde se encontram a maioria
das minas de minério de ferro do nosso Estado,
ou seja o Quadrilátero Ferrífero. Este
trecho está em péssimas condições
de tráfego devido o peso dos caminhões
de minério que por lá transitam durante
todo o dias úteis da semana. O estado do referido
trecho é lastimável exigindo dos choferes
de ônibus muita habilidade e prudência
para não causar acidentes ou danos ao veículo.
Às vezes são obrigados a ficar mais
pelo centro da pista onde tem menos buracos e trafegar
em velocidade mínima, o que atrasa muito o
circuito percorrido devido tais problemas. Eu, particularmente,
sinto vergonha dos estrangeiros ao passar por ali!.
É um trecho muito importante para o tráfego
do turismo brasileiro! É por ali que chegam
mais divisas para o nosso Estado e também de
onde saem as riquezas de Minas Gerais!!! É
ainda um trecho cheio de curvas perigosas pois está
situado nas montanhas de Minas! Exijo sempre de todos
o uso do cinto de segurança durante toda a
viagem!
Penso que o DNIT/MG deveria dar prioridade acentuada
neste trecho para evitar outros acidentes que poderão
ceifar vidas inocentes! 1) dever-se-ia cobrar um imposto
mais alto das mineradoras que utilizam deste trecho
para escoar o seu minério; 2) dever-se-ia vigiar
melhor e com muito mais rigor o peso adequado dos
caminhões que por ali trafegam; 3) dever-se-ia
aplicar multas mais onerosas para os veículos
e condutores que transgridem as normas e leis do tráfego;
dever-se-ia cobrar uma atuação mais
vigilante das mineradoras quanto a seus caminhões
que trafegam por ali; dever-se-ia ter outros posto
da Policia Rodoviária Federal neste trecho
para fiscalizar melhor o tráfego que está
intenso pelas nossas rodovias e especialmente naquele
trecho.! Estou falando da segurança para que
as pessoas: jovens, crianças, idosos (inclusive
das pessoas da família de todos os responsáveis
pelas rodovias do nosso Estado) e estrangeiros de
todas as nacionalidades possam viajar por nossas rodovias
sem perigo de serem atingidos por veículos
e condutores imprudentes, que trafegam por este trecho
e por outras rodovias do nosso Estado e do nosso País.
Sinceramente, estou até pensando em parar de
viajar devido aos perigos pelos quais estamos sujeitos
neste trecho e em geral nas rodovias mineiras. Fica
aqui a minha participação/reclamação
como cidadã brasileira, mineira e pagadora
dos impostos que são usados nas obras de infraestrutura
exigidas para o meu bem e o bem comum de todos os
cidadãos que merecem o máximo de respeito
por parte das autoridades responsáveis pelas
rodovias no Brasil.
Grata, Ana Maria Torres Ferreira Nunes
Graciele Reis - Brasilia
- DF
Sofri um acidente de moto no dia 09.10.2005.
Estávamos, eu e o meu noivo, indo comprar o
presente do dia das crianças para minha filha
quando de repente um motorista numa kombi nos atingiu
sem prestar socorro. Ficamos muito feridos e fomos
socorridos graças a ajuda de uma família
que estava passando pelo local. O motorista, agressor,
não nos prestou socorro e, ainda hoje não
sabe se estamos vivos ou não. Esse acidente,
sem dúvidas, foi um marco em minha vida, pois
só eu sei o que é estar diante da morte;
mas também, além de todas as cicatrizes
que trago, tenho uma especial em minha mente, que
é imaginar a crueldade e a frieza com a qual
aquele algoz nos atingiu e foi embora como se nada
tivesse acontecido. Hoje estamos bem, eu ainda com
muito receio no trânsito, e preocupada com a
forma banal como os indivíduos têm se
comportado em seus veículos. Infelizmente,
alguns motoristas estão fazendo seus carros
de armas e interferindo na vida de milhares de pessoas
do bem.
Ingredy - Sabará -
MG
Meu primo é médico, e estava
de folga foi para sua terra natal não imaginando
o que aconteceria, na estrada de ponte nova, estava
de moto bateu em um carro de frente que graças
a Deus não morreu mais ficou sem o braço
esquerdo, agora não pode mais trabalhar por
causa de um imprudente motorista que não prestou
socorro como agora ele irá segurar sua filha
de apenas 2 anos?
Ingredy - Sabará -
MG
Meu tio com 18 anos sofreu um grave acidente
e não resistiu , ele estava de moto e bateu
em uma carreta segundo os policiais o motorista da
carreta estava em alta velocidade e bateu de frente
com ele, além disso o motorista não
prestou socorro, meu tio foi achado na manhã
seguinte e já sem vida.
Taisa Machado Rosa - Caxias
do Sul - RS
Eu perdi meu pai que era a pessoa mais
importante na minha vida em um grave acidente de trânsito
depois da morte dele tudo mudou em minha vida sinto
muita falta dele mas sei que aonde quer que ele esteja
esta olhando por mim descanse em paz meu pai.
Janailde Medeiros - Barreiras - BA
No dia 15/10/2007 perdi uma pessoa muito querida na
BR 101 km 381 no trecho Capim Angola. Ele era caminhoneiro
dirigia um bitrem carregado de adubo, quando uma carreta
de gás em alta velocidade começou a
fazer uma curva e o cilindro soltou do cavalinho,
ela deveria vim do Rio de Janeiro para Iconhas. Quando
meu irmão que vinha sentido Espírito
Santo - Rio de Janeiro, quando ele avistou o cilindro
já estava na pista deitado então não
tinha como ele frear. Ai acabou.... A vida de uma
pessoa tão linda, tão honesta, que deixou
muita gente a chorar por ele..... Mãe, irmãos,
esposa, filhos e amigos.. Foi uma morte muito trágica.
O cilindro de gás começou a vazar e
em 2 minutos começou a explosão.
Não foi só ele que morreu, outras pessoas
também morreram.
Peço e faço um apelo não mate,
não morra, pois a vida é preciosa e
sofre mais quem fica... Vamos ser prudentes nas estradas
da vida não precisa de carreira, pois devagar
agente também chega lá.
Vitima: RENILSOM MEDEIROS Q.R.A EL BAIANO conhecido
também como Galego.
N: 05/10/1974
F: 15/10/2007
Cristina Fernandes Franco - Brasília - DF
Quero parabenizar o SITE, por está oferecendo
este espaço, aonde podemos desabafar e ajudar
a conscientizar outros motoristas.
Perdi o meu sobrinho em 26/01/2008, morreu de forma
brutal, rapaz cheio de sonhos e planos. Tinha apenas
23 anos, gostaria que todos os motorista tiver mais
respeito com a vida.
Raimundo de Oliveira Teles - Salvador - BA
Morei em São Paulo por 15 anos, certa vez,
estava viajando para Ribeirão Preto, de manhã
cedo, tinha trabalhado à noite, me sentia cansado
e com sono, de repente, comecei a cochilar, e quando
percebi, estava saindo da minha mão, estava
trafegando na rodovia dos Bandeirantes, me assustei
com uma carreta que trafegava no mesmo sentido, então
voltei para minha via, e me assustei, resolvi imediatamente
parar para descansar, fui até Campinas - SP,
cheguei até um posto de combustível,
onde solicitei dos frentistas, a permissão
para descansar alguns minutos, contei minha situação,
eles entenderam, e me permitiram eu descansar, que
dormir por três horas, até sonhei, realmente
eu estava muito cansado, quando acordei não
acreditei na hora, já eram quase meio dia,
se eu não tivesse parado, para descansar, não
estaria aqui para contar para vocês, assim evitei
um acidente, estou feliz por isso, graças a
Deus o acidente não aconteceu, pois o bom senso
prevaleceu. Um abraço
Raimundo Teles, Salvador - BA
Baltazar de Deus Pereira
- Distrito Federal - DF
No dia 26 de janeiro de 2008, meu veículo (Ford
Fiesta ano 2005) veio a sofrer a ruptura (quebramento)
do mecanismo denominado pivô da suspensão
dianteira direita e, por graça de Deus, não
vim a sofrer qualquer lesão.
Fico pensando como pode um mecanismo tão importante
em um veículo relativamente novo e manutenção
em dia ter uma falha desse gênero.
Estava saindo de viagem, que só não
fiz no dia anterior a noite e sob chuva por intervenção
Divina, quando, sem nenhum motivo aparente, já
que as condições da pista eram boas,
a roda dianteira direita fez um grande barulho e travou
lateralmente no pára-lamas, ocasião
em que perdi completamente a direção
do veículo, apesar do esforço para deslocá-lo
para a lateral da pista.
Na hora pensei que tivesse passado em um buraco e
que a roda tivesse empenado, mas qual não foi
a minha surpresa, após parar o veículo,
em ver que o negócio era muito mais sério.
O veículo ficou completamente desgovernado,
seguindo em trajetória retilínea apesar
de meu esforço em levá-lo para a lateral
da pista. Por sorte não estava chovendo e,
apesar do mecanismo ter rompido em uma curva pouco
acentuada, logo depois tinha uma reta na qual ele
seguiu até parar. Se tivesse em uma curva certamente
sairia da pista e teria capotado.
As vezes nos deparamos com acidentes diversos em rodovias
e sempre lembramos de colocar a culpa no condutor
"irresponsável". Muitas dessas vidas
foram ceifadas por falhas nos veículos que
nunca foram esclarecidas.
Tomei a iniciativa de enviar esta mensagem após
pesquisar e encontrar, neste site, o artigo do perito
Wilson Toresan que relata exatamente isso, ou seja,
como as estatísticas em função
da falta de maior zelo na condução das
perícias, são mascaradas.
Se a proposta desse espaço é relatar
como um acidente mudou a vida de alguém, posso
relatar como um não acidente, ou um quase acidente
mudou a minha vida. Se sempre tive muita fé
no Altíssimo, ontem essa fé se reforçou
ainda mais em meu coração, pois não
fosse a conspiração Divina de fatores
que se colocaram em meu caminho, como não ir
viajar no dia anterior a noite e sob chuva, assim
como o fato de o mecanismo se romper quando trafegava
relativamente devagar (80 km/h) no fim de uma curva
e no começo de uma reta, certamente agora não
estaria escrevendo esta mensagem.
Caso se interessem, tirei fotos do veículo
no local antes do guincho retirá-lo.
Grande abraço a todos e que Deus continue nos
iluminando sempre
Marcos José Ramos - São Paulo - SP
Primeiro quero parabenizar o espaço
que está sendo oferecido pelo SOS ESTRADAS,
que é muito importante para conscientização
de todos os motoristas e dizer a todos os motoristas
que o maior inimigo da direção é
o excesso de confiança .... Um fato que ocorreu
comigo que graças a deus não acabou
em tragédia foi que eu estava viajando da Bahia
a São Paulo quanto por volta das 03:00 da manhã
no município de Sapucaí do Sul eu fui
desviar de um buraco enorme numa curva e cai dentro
de outro, ao pegar este buraco os dois pneus do meu
carro estouraram e graças consegui controlar
o veículo até um local seguro, já
faz mais ou menos cinco anos que eu percorro este
trajeto e posso dizer que os trechos entre Paraíba
do Sul e Sapucaia do Sul são de extremo perigo
para os motoristas e passageiros que viajam pela Rio
- Bahia...
Paulo Henrique - Ananindeua
- PA
Já andei por cidades e cidades e
conheci o trânsito de cada uma. Porém
aqui em Belém as ruas são disputadas
centímetro por centímetro numa guerra
desenfreada onde vale de tudo.Motoristas marrentos
que procuram te zoar é uma constante... Você
dá uma margem e o cara já vem metendo
o "bico" do carro.
Estou fazendo este comentário como preâmbulo
do relato a seguir: Num certo dia, por volta das 15:00
horas eu seguia pela BR-316 e chovia forte, ainda
assim o ritmo do tráfego era rápido.
Ao aproximar-me de um semáforo uma caminhonete
pampa irresponsavelmente tentou cortar à minha
frente da direita para à esquerda, buzinei
e ainda assim ele "jogou" o carro para cima
do meu. Sem mais o que fazer eu freei forte e o meu
Palio um pouco de lado e eu consegui evitar "uma"
colisão porque a "outra" eu não
pude evitar. Uma Fiat Strada me abalroou por trás,
e a minha sorte é que não tinha mais
nenhum, veículo à frente, o encosto
do meu banco "dobrou" pra trás e
eu fiquei "solto" dentro do carro. Por milagre
meu carro sofreu danos mínimos e eu não
entendo como é que a Fiat Strada ficou com
a frente acabada.
Tudo isso por causa de uma negligência do motorista
da Pampa que se evadiu do local. Gostaria de sugerir
uma reportagem e/ou pesquisa sobre o modo de dirigir
dos paraenses... Vai dar o maior IBOPE.
Ana Marcia Arcosta - Londrina
- PR
Perdi meu filho fazem 4 anos de acidente
de moto na cidade de Tibagi.
Meu filho fazia um estágio pata ser instrutor
de Turismo de aventura naquela região e um
certo domingo dia 02/02/2003 ou certo cidadão
o qual diz que não viu a moto subindo a preferencial
estava alcoolizado e o veiculo não era de sua
propriedade.
Eu sei que levaram um jovem tão inocente cheio
de vida 21 anos e deixando uma filha de 2 anos na
época.
A vida acaba para quem perde um filho, a gente tenta
se agarrar de todas as maneiras para sobreviver.
Meu filho estava lá há 20 dias.
Um jovem que adorava viver ninguém pode entender
o que aconteceu.
Peço e faço um apelo não mate,
não morra, pois a vida é preciosa e
sofre mais quem fica... Vamos ser prudentes se beber
não dirija.
Olha este homem não matou só meu filho,
me matou também.
Ana Marcia.
Vitima; Rodrigo Arcosta N 29/08/1981
F 02/02/2003
Não é fácil.
Djalma Celso Vitto - Atibaia
- SP
Percorro diariamente o trecho Atibaia - São
Paulo, e São Paulo - Atibaia pela rodovia Fernão
Dias. Esta estrada está tristemente abandonada,
cheia de buracos, obras inacabadas, curvas mal projetadas,
não tem olhos de gato, não tem divisão
de pistas, não tem sinalização,
não tem manutenção, bueiros abertos
no pouco trecho de acostamento, não tem fiscalização.
Caminhões trafegam sem lei e ordem, fecham
os carros pequenos, pois jogam seus pesados caminhões
pra cima dos carros de passeio e o pobre motorista
que se vire pra parar. Eu já tive as duas portas
do lado direito arrancadas do carro por uma carreta.
Já cai em bueiro aberto na entrada para a estrada,
diariamente presenciamos acidentes e muitas vezes
ao vivo e tendo que socorrer vítimas. Há
anos a rodovia tem pontos de alagamento em SP que
nada é feito para corrigir. Em dias de chuva
é impossível enxergar algo na estrada.
Inexplicavelmente em muitos trechos a pista não
tem canteiro central, que ao chover torna a pista
uma piscina, pois a água não tem pra
onde correr. A pista fica cheia de sujeira vindo da
mata, inclusive tocos e pedras. É um absurdo
o descaso do governo para com as vidas que circulam
dia-a-dia nesta estrada e em outras do país.
Agora a bola da vez é a aviação,
mas esquecem das mais de 30.000 pessoas que morrem
em acidentes de trânsito diariamente. E que
Deus nos salve, porque se depender de governo, políticos
e estradas nunca voltaremos pra casa.
Jorge Francisco Chrisostimo
Coelho - Barra do Piraí - RJ
Eu estava na RJ-137 que liga Barra do Piraí
a Ipiabas.
Quando estava subindo a serra de Ipiabas me deparei
com um carro rodando em minha direção
não deu tempo de fazer nada.
A lateral do carro bateu na frente do meu.
Logo após o motorista evadiu do local do acidente
sem prestar socorro.
Eu obtive uma fratura no tornozelo direito e minha
namorada duas costelas quebradas.
Eu mesmo acionei a policia e o socorro, mesmo preso
dentro do carro.
O rapaz que provocou o acidente foi preso em fuga
e eu fui retirado do interior do meu carro pelos bombeiros
e levado para o hospital, onde passei por duas cirurgias
no tornozelo.
Minha perna ficou "boa" mas às vezes
sinto muita dor, tenho 6 parafusos de platina e uma
chapa. Tudo por causa de um mau motorista.
Depois veio a coincidência tiramos carteira
na mesma auto-escola, fizemos a prova no mesmo dia
só que em carros diferentes.
Dirigir é muito bom, mas não é
brinquedo.
Nara Quadros - Novo Hamburgo
- RS
Um acidente de transito mudou minha vida
fazem 5 meses onde eu perdi o meu esposo isso é
muito difícil estamos continuando a vida com
ajuda de familiares e amigos que sempre estão
perto de nós vocês que as vezes estão
no volante de carro ou de moto não corram tomem
cuidado essas estradas são muito perigosas
e lembrem sempre tem alguém em casa que lhes
amam muito esperando e fiquem com Deus.
Dariane Beatris dos Santos
Engel - Içara - SC
Estávamos entre 18 estudantes vindos
da cidade de São João do Polesene (RS)
para Agudo, era mais ou menos 20:30 quando o ônibus
da empresa JAEGER dirigido pelo mecânico da
empresa, totalmente embriagado, não obedecendo
nenhuma norma de segurança, deixou cair o cigarro
ou isqueiro, levando a perna para segurar o volante,
não notou a curva e arremessou o veículo
na ribanceira.Entre os outros jovens eu estava lá,
debaixo do ônibus, fiquei 3:45h pressa nas ferragens,
sofro as seqüelas ateé hoje, e as dores
traumáticas, fora as cirurgias no meu corpo,
como fratura no fêmur. O acidente foi na noite
do dia 17 de julho de 2003. Esperamos por justiça,
que ainda não foi feita, esperamos até
em Deus. Obrigado pela oportunidade de me expressar...
Alberino Antonio da Silva
- Maceió - AL
Trabalho com seguro faz algum tempo, no
departamento de sinistro de uma corretora, onde já
ouvi muitas versões de acidente, assim como
já acompanhei diversos acidentes de trânsito
no local, e um deles me chamou a atenção,
aconteceu em novembro de 2003, na subida da ladeira
da Barra de São Miguel - AL, envolvendo duas
carretas graneleiras, uma subia vazia e outra descia
carregada de açúcar, o motorista da
carreta que subia provavelmente cochilou e invadiu
a contra-mão de direção, a que
vinha em sentido contrário, seu condutor ao
perceber, desviou-a também para contra-mão,
tentando evitar a colisão, mais o condutor
da carreta que subia despertou e assustado, automaticamente
retomou a sua mão de direção,
indo de encontro a carreta que descia, causando assim
a explosão de ambas e as mortes dos dois condutores,
a parte mais chocante foi ver o que sobrou de um dos
corpos sendo resgatado com os órgãos
expostos devido a gravidade do acidente. Seria interessante
que fosse realizado um trabalho junto aos condutores,
principalmente de veículos pesados, para que
fosse verificado a quanto tempo os mesmos estavam
dirigindo, para só assim reduzir esse tipo
de acidente. Ainda hoje ao passar encontra-se a marca
da violência do acidente no asfalto. Então,
beber, estar com sono, enfim, é melhor não
dirigir, você poupa sua vida e a do próximo.
Jonatas Vieira Dias - Vila
Velha - ES
Perdi minha mãe e meu pai num acidente
na Rodovia do Sol isso mudou muito a minha vida, pois
além de ter perdido as únicas pessoas
da minha vida; me deixaram com 7 anos, meu irmão
com
3 e minha irmã com 1ano. E, além disso,
minha mãe esperava um outro irmão.
Com esse acidente eu e meus irmãos tivemos
destinos diferentes. Fomos obrigados a viver separados
e viver uma vida de acordo com as dos outros, sabia
que com os meus pais seria diferente, mas o destino
tirou o prazer de ter uma família.
Hoje tenho 19 anos e ainda tento me recuperar, mas
não consigo ver o que procuro que é
a felicidade.
Denis Fernando de Sousa Mendes - Ituverava - SP
Aconteceu no dia 23/09/2006, na rodovia
entre Catanduva SP e Ibirá, estava sentido
Ibirá quando uma F4000, que estava a uns 500
a minha frente encostou a direita no acostamento,
quando estava a cerca de 50 metros da mesma, sem sinalizar
ela fez uma conversão a esquerda, atravessando
a pista, onde não tive tempo e a atingi na
lateral, causando danos de grande monta a meu carro
(Parati 2006, perda total), e ferimentos leves a mim
e minha esposa. Foi uma tremenda irresponsabilidade
do condutor da camioneta, pois o mesmo nem verificou
se vinha alguém para realizar a conversão.
José Milton Mendes
de Paula - Santa Maria - RS
Observando, os assuntos desenvolvidos, fico feliz,
pois se verifica que muitas pessoas estão trabalhando
sério, para melhorar no trânsito tão
preocupante, sob o aspecto, segurança.
Sou favorável a reciclar todos os condutores
brasileiros só assim, por meio da educação,
poderemos mudar esse estado de coisas, ou seja, a
violência no trânsito que continua fazendo
vítimas desnecessariamente. É a minha
opinião.
Andréa da Silva Oliveira - São Vicente
- SP
Meu acidente foi de moto e eu estava na
garupa da moto do meu marido, um caminhão entrou
em uma rua paralela cortando na frete da moto sem
dar seta, meu marido estava a 40 km/h, mas mesmo assim
tive fratura exposta na tíbia e perônio
e ele teve fratura exposta no tornozelo e quebrou
o joelho isso na perna esquerda dos dois eu fiquei
22 dias internada e ele 35. Hoje não tenho
seqüela somente uma placa de platina na perna
e 6 parafusos já meu marido não dobra
a perna esquerda e está impossibilitado de
trabalhar já que é motorista, para quem
ganhava cerca de R$ 2.000,00 (mês) hoje tem
um beneficio de R$ 440,00 (mês) isso tendo que
pagar pensão, aluguel... A pessoa que nos atropelou
pagou R$ 80,00 de multa ao estado e está livre
para atropelar mais pessoas, colocamos o caso na justiça
cível, mas sabe como é a justiça
no país, lenta como ela só.
Edmilson Silva - Feira de
Santana - BA
Sou motorista carreteiro, e o sono é
um verdadeiro, inimigo noturno, para quem insiste
ficar acordado, há uns 30 dias, passei por
isso, e o fim foi que perdi o emprego graças
a DEUS não tive nada. As empresas obrigam-nos
a rodar dia-e-noite e quando acontece os acidentes
elas logo nos colocam para fora. Não querem
nem saber.
Fernanda Nascimento Oliveira
- São Paulo - SP
Lendo a chamada cansaço mata, gostaria
de contribuir com meu depoimento.
Moro em São Paulo e constantemente pego a Regis
Bittencourt para visitar meu irmão que mora
em Blumenau, às vezes até em um final
de semana.
Na ultima viagem na ânsia de chegar logo pegamos
a estrada às 18:00 horas com previsão
de chegar a Blumenau as 2:00 horas da manhã.
Sempre me considerei prudente e cautelosa e viaja
vamos eu meu Namorado e minha sobrinha de 4 anos,
vinha a uma velocidade normal de 80 a 100 km por hora
mas mesmo assim por distração ou cansaço
acabei freando muito forte em uma curva onde uma das
pista diminuía o carro derrapou muito, rodopiou
e meu namorado tentava me ajudar a controlar o carro
para não colidir com os outros veículos
que passavam na hora.
Graças a Deus não aconteceu nada de
grave minha sobrinha apenas bateu o rostinho contra
o vidro traseiro e apesar do carro rodopiar demos
a sorte de não colidir.
O susto valeu a pena, sono e cansaço com viagem
não combinam. Poderia ter perdido minha vida
e principalmente a vida das pessoas que amo.
Hoje vale tenho certeza que vale muito mais a pena
dormir e sair pela manhã do que tentar fazer
o impossível e arriscar o que temos de mais
importante.
Jacymara J S Rocha - São
Luis - MA
Perdi meu pai o ano passado, dia 19 de
janeiro, ele estava indo para seu trabalho, nos moramos
no maranhão mas ele trabalhava no estado do
Pará e em Eldorado dos Carajás um córrego
cortou a estrada e havia uma ponte de ferro, mudaram
a posição da ponte e não havia
sinalização alguma e o carro,onde ele
era carona, caiu e ele morreu na hora os outros 3
passageiros e o motorista tiveram apenas pequenos
ferimentos. As informações que temos
hoje é que outros acidentes ocorreram no local
e que a muito acontecem manifestações
e denúncias para que o estado cumpra o seu
dever de cuidar daquela rodovia. O meu pai era um
homem trabalhador e correto era inspetor de segurança
da Nosergel e deixou muita saudade era um grande homem.
A minha vida ñ é mais a mesma sem ele
e eu estou entrando agora na batalha de tentar evitar
que outros percam pessoas queridas naquele local onde
até hoje nada foi modificado.
Luiz Augusto Rodrigues -
Uberlândia - MG
No dia 18/06/2006, Domingo ás 14:20,
quando retornava de viagem de Lobato-Pr para Uberlândia-MG
o pneu direito traseiro estourou sem nenhum motivo
(nem buraco, nem objetos estranhos na pista), soltou
a lateral externa, como se estivesse recortada, permanecendo
o lado interno normal. Aquilo me chamou a atenção
por vários motivos: 1º - meu veículo
ainda está na Garantia (VW Gol 2005/06 G IV
- 12000 KM); 2º Conferi os pneus antes de sair
de Lobato (Calibragem); 3º O risco que corri,
pois, graças a Deus foi o pneu traseiro e eu
não estava em curva, ultrapassando e á
80 Km/h. Mesmo assim o carro sacudiu bem. Creio que
tais condições foram propensas a não
acontecer o acidente.
Ontem fui a um representante da marca para que analisasse
o caso. Vou lhe pedir um laudo independente do resultado
e tão logo substituirei os demais pneus.
Fiquei muito assustado no decorrer da viagem, pois
já dirijo a mais de 10 anos em estradas com
péssimas condições (Cheias de
buracos sem acostamento etc.) e nunca havia visto
algo parecido, e olha que já cai em buracos
entortei rodas, cortei pneus, mas soltar a lateral
do pneu como se estivesse podre a borracha sem mais
ou menos, nunca tinha visto. Graças a Deus
aconteceu nada conosco, mas fica o relato, quem sabe
não sirva para maiores esclarecimentos.
José Renato Santos
de Souza - São Paulo - SP
No dia 02-08-05, meus irmãos (2)
acompanhados por minha mãe e meu primo partiram
de SP capital as 5;h da manhã;as 12;h já
se encontravam no município de Nova União
MG a pista estava em obras de recapeamento; ele parou
o carro na fila, pois tava muito transito, quando
de repente o carro foi arremessado para baixo de um
caminhão que estava a frente,continuou sendo
empurrado para a contra mão até se chocar
com outro caminhão que transita em direção
oposta,o carro ficou embaixo do segundo caminhão
totalmente destruído, era uma carreta carregada
de cimento e desgovernada,pois o motorista havia pulado
da carreta, essa carreta chocou-se com mais cinco
carros até cair morro abaixo; nesse acidente
perdi dois irmãos um de 28 e um de 15 anos,
morreram no local depois de esperar por 40 minutos
o resgate que não chegou a tempo,minha mãe
e meu primo foram levados para o hospital em estado
grave, graças a DEUS sobreviveram. Meu primo
hoje com 14 anos esta bem em todos os sentidos, mas
minha mãe a cada momento que relembra os gritos
de socorro dos meninos é uma tortura. QUERO
ALERTAR QUE UMA MANUTENÇÃO PREVENTIVA
NÃO MATA ALGUEM. Alegaram que faltou freio
na carreta. Já estamos em 17-06-06 e a polícia
local me diz que o inquérito policial não
tem previsão pra ser concluído.é
mole?
Ana Paula - São Paulo
- SP
É uma pena perder um amigo de infância.
O mais triste é saber que nem tudo o que é
dito é verdade . . . Mas de uma certeza podemos
ter é que dirigir é responsabilidade
muito grande devemos sempre lembrar que dirigimos
para os outros . . .
Apesar do que aconteceu não posso mais lamentar,
para quem não o conhecia ele virou estatística
(Neste feriado foram registrados . . . acidentes com
. . . vitimas fatais e . . . em estado grave . . .)
E para quem o conhecia esta estatística e bem
diferente da realidade . . .
Pense muito lembrem-se de que ao dirigir de forma
imprudente pode prejudicar a vida de outras pessoas.
Jorge Luiz de Carvalho -
Rio de Janeiro - RJ
Em estrada estadual que agora faz parte
da cidade - Macaé - existe uma travessia de
pedestres em frente a uma creche. Essa passagem é
controlada por um guarda municipal que resolve interromper
um fluxo de veículos com velocidade máxima
de 60 km/h quando bem entende
Em certas ocasiões o abalroamento é
inevitável; houve uma parada brusca e, apesar
de eu ter parado, quem vinha atrás não
viu e bateu na traseira do meu carro.
A partir daí virei um "tranca-rua"
nesse trecho, não trafegando a mais de 30 km/h,
mesmo quando o trafego está livre, pois não
sei nunca quando o despreparado guarda municipal vai
querer se fazer de engraçadinho para a babá
que está levando o filho da patroa pra creche
Fernanda Nascimento Oliveira
- São Paulo - SP
Lendo a chamada "cansaço mata",
gostaria de contribuir com meu depoimento.
Moro em São Paulo e constantemente pego a Regis
Bittencourt para visitar meu irmão que mora
em Blumenau, as vezes até em um final de semana.
Na ultima viagem na ânsia de chegar logo pegamos
a estrada às 18:00 horas com previsão
de chegar a Blumenau as 2:00 horas da manhã.
Sempre me considerei prudente e cautelosa e viajávamos
eu meu Namorado e minha sobrinha de 4 anos, vinha
a uma velocidade normal de 80 a 100 km por hora mas
mesmo assim por distração ou cansaço
acabei freando muito forte em uma curva onde uma das
pista diminuía o carro derrapou muito, rodopiou
e meu namorado tentava me ajudar a controlar o carro
para não colidir com os outros veículos
que passavam na hora.
Graças a Deus não aconteceu nada de
grave minha sobrinha apenas bateu o rostinho contra
o vidro traseiro e apesar do carro rodopiar demos
a sorte de não colidir.
O susto valeu a pena, sono e cansaço com viagem
não combinam. Poderia ter perdido minha vida
e principalmente a vida das pessoas que amo.
Hoje vale tenho certeza que vale muito mais a pena
dormir e sair pela manhã do que tentar fazer
o impossível e arriscar o que temos de mais
importante.
Francsico Antonio de Souza
Júnior - Jaboatão dos Guararapes - PE
No dia 13/05/2006 eu estava indo para Fortaleza/CE,
tinha saído do Recife/PE, pela rodovia BR-101
e na altura de Assu a Mossoró/Rn cai dentro
de um buraco na própria BR onde perdi. A suspensão
e dois pneus e aros, só não aconteceu
algumas graves porque era a noite e a pista tava vazia,
mas mim serviu como exemplo agora só vou para
o ceara se for de dia pois a noite não ando
mas,é uma vergonha um absurdo,o que as autoridades
desse pais faz com nos contribuintes pois temos que
sempre pagar mas impostos e não receber nada
em troca, não entendo o porque a BR 101 nos
estados da Paraíba e boa parte de Natal/RN
ser de boa qualidade e no final de Natal/RN e começo
do Ceara ser a vergonha que é.sr Superintendente
do DNER Precisamos de mais fiscalização
nos veículos de cargas naquele trecho pois
há carretas tipo bitrens que estão saindo
dali para o sul e sudeste com 70.000/ton de sal e
onde o veiculo só pode transitar com 40.000/ton
peço lhe em prol das famílias que utilizam
aquela rodovia diariamente, se eu não tivesse
em baixai velocidade seria uma tragédia pois
com certeza teria seqüência graves.
Claúdia Correa de
Godoy - Jandira - SP
Estava voltando para minha residência
apos um passeio de domingo com a família e
amigos, em uma via de acesso, quando um caminhão
invadiu a pista e se chocou de frente com o nosso
veículo (um fusca), o caminhão ficou
em cima da parte dianteira do veículo que foi
arrastado por alguns metros, ninguém dentro
do veículo teve ferimentos graves.
O motorista do caminhão havia ingerido álcool
e comprimidos para se manter acordado por mais de
72h, ele tentou fugir do local mais começou
a arrastar o veículo que estávamos,
neste momento, populares impediram a fuga do motorista
e isolaram a aérea ate a chegada da Policia
Rodoviária, depois fiquei sabendo através
da policia que não era o 1º acidente que
o motorista do caminhão se envolvia por imprudência
do mesmo, e mesmo assim o motorista foi condenado
a pagar algumas cesta básicas para o Estado
e mais nada.
Taddei - Mogi Mirim - SP
Dia 05/10/1992, 14h, pista molhada de mão
dupla, BR 116 próximo à Jacupiranga
- SP. Uma Elba saiu ultrapassando fila de caminhões.
Saí para o acostamento e ela também,
voltou para a pista e meu caro desgovernou-se, colidi
com o pneu dianteiro de um MB 1113, que veio a tombar,
meu carro deu perda total, minha esposa sofreu um
corte na cabeça, minhas duas filhas e eu nada
sofremos fisicamente graças a Deus. Se eu estivesse
em menor velocidade, teria tempo suficiente para dominar
meu veículo e ter alternativas para evitar
o acidente. Como DEUS me livrou, a mim e minha família
resolvemos entregar nossas vidas nas mãos de
Jesus.
Rafael Henrique Vilas Boas
- Araçatuba - SP
Gostaria de alertar a todos os caminhoneiros
e carreteiros que os nossos veículos não
foi feito para correr, mas sim para fazer transportes.
Não corra, não bata e não morra.
Lembre-se que sempre tem alguém que te ama
te esperando você chegar.
Marco Antonio Perrucci Ortega
- São Paulo - SP
Em Agosto de 1996 após ter tomado
remédio para pressão alta ás
06:00 am segui para empresa e após carregar
a Van uma Besta furgão com sorvetes segui viajem
para Campinas.
Após entrega da mercadoria e visita ao cliente
na Estrada Mogi Mirim/ Mogi Guaçu retornei
Via Bandeirantes.
Ao passar pelo Shopping suspenso da Bandeirantes onde
devia ter parado e tomado um café, acabei pela
pressa seguindo pela pista.
Logo em seguida me lembro apenas de acordar com o
carro saindo da pista e nesse momento me concentrei
e não atravessar para o outro lado onde fatalmente
pelo horário 10:35 Am estaria colidindo com
outros veículos de frente.
Consegui encaixar o carro no centro do gramado onde
infelizmente acabei batendo por debaixo do carro em
um bloco de concreto encoberto pelo mato alto.
O veiculo decolou girando com a roda esquerda sobre
o bloco do lado do motorista onde eu me encontrava
sentado e recebi tremendo impacto na coluna.
Logo em seguida o veiculo caiu com as quatro rodas
no solo e recebi o segundo impacto.
Foram trincando na minha coluna a vertebral L3 e L4.
Resultado: sofri uma operação de 07
horas o custo de R$ 40.000,00, pois não tinha
convenio.
Foram 03 meses de cama e 01 ano para se recuperar.
Hoje estou bem e vivo uma vida normal, mais poderia
ter tirado vidas e ficado invalido.
Me lembro até do Km onde foi acidente foi no
Km 67,0 podia ver a placa de frente para mim onde
por alguns segundos fiquei surdo,gelado e paralisado.
Espero que a minha história sirva para que
outros motoristas não dirijam sobre efeito
de remédios e com pressa.
Todo esse stress pode acabar em muita tristeza.
Eduardo Pereira Tiago -
Lagamar - MG
Tenho hoje 24 anos, sofri um acidente de
moto que realmente mudou minha vida, indo para uma
festa a noite, uns 15 km da cidade, na primeira curva
eu cruzei com um carro que vinha com os faróis
alto e em alta velocidade, não consegui fazer
a curva e deixou o carro escapar em minha direção,
tive que jogar para fora da pista... cai em uma grota
de uns 2 metros de profundidade, alguém me
encontrou desmaiado, como estava ainda bem perto da
cidade a ambulância veio rápido, fiquei
inconsciente ate oito horas da manhã do outro
dia. Demorei a me recuperar, hoje estou bem, peço
que todos tenham consciência que é preciso
paz nas estradas, a vida é o único bem
que não se recupera!!!
Geniuson Faustino dos Santos
- Messias Targino - RN
Há pouco mais de 6 meses por imprudência
minha,bebi alem da conta e sai para um churrasco,
sobrei na curva o carro três vezes fiquei inconsciente
por alguns minutos com ferimentos leves, sem contar
que o passageiro que andava comigo era uma criança
e por sorte não teve nada.
Ai galera quando for dirigir não beba, é
muito perigoso, eu digo isso por experiência
própria.
Mauricio Moreira da Silva
- Rio de Janeiro - RJ
Saí do RJ com destino CE - Guaraciaba Norte.
Desde saída evitei e muito a BR 116. Fui sempre
pela BR 101. O único vacilo foi ter esquecido
da entrada, na Bahia, que leva até Ilha de
Itaparica (embarcar no Ferry) e depois seguiria pela
linha verde até Estância no SE. Quando
da ida observei vários pontos sendo recuperados.
Depois de 1 semana, retornando para RJ percebi uma
BR 101 recapeada. Os trechos da Bahia (êta complicação!!!)
já estavam liberados. Desde o RJ até
RN sem problemas. Alguns trechos - quando se entra
na área urbana - deveria ser melhor sinalizada
quanto aos "marditos quebra-molas". Outra
situação que precisa ser revertida é
a falta daquela placa que informa o Km local de cada
trecho. No trecho do RJ OK. No trecho do ES OK. No
trecho da BA - Argh!!! "êta coisa dificil".
Nos trechos SE, AL, PB, PE e RN - tudo ótimo.
A BR que leva de Parnamirim/RN até o Ceará
- Bom. Alguns pequenos trechos problemáticos,
mas nada que assuste muito. No mais a viagem foi tranqüila.
Precisa melhorar, e muiiiiiito, as paradas para refeição
em todo trecho da Bahia (argh!!! êta, de novo!!!).
Espero estar contribuindo com alguém na sua
viagem pela BR 101.
Ah, sim!!! Gás - RJ, ES, SE, AL, PE, PB, RN
e CE - ótimo. Na Bahia? deixa pra lá.
Justiça seja feita - êta litoral bonito
da moléstia sô.!!!
Valeu. Boa Viagem.
Ah, sim... apostem na qualidade de vida que encontrei
no Nordeste Brasileiro.
Muito bom demais.
Ricardo Araújo - São
Paulo - SP - 23/4/2006
Ocorreu um acidente dia 22/04/2006 foi
com um colega meu estava indo para um barzinho à
01h00, saindo do bairro do Jd. Arpoador no Butantã
sentido Raposo Tavares - Centro.
Um Astra aspirado com 4 amigos dentro,em uma curva
do km13 em frente ao extra o carro que estava a +
de 100kmh rabeou, rodou e levantou vôo na mureta
saiu deslizando até chegar em um poste de iluminação
da rodovia, o carro se partiu ao meio e só
não passou para o outro sentido da pista porque
parou no poste, meu amigo Elton da silva que estava
no banco traseiro do lado esquerdo morreu na hora
os outros ficaram gravemente feridos, um foi parar
na UTI e está respirando por aparelhos, esse
era o piloto, os outros dois do lado direito ficaram
feridos mas estão bem.
Reportagem :
Carro capota na Raposo; um morre e três vão
para o hospital
SÃO PAULO - Um Astra, ocupado por quatro jovens,
todos do sexo masculino, de idades entre 20 e 22 anos,
capotou por volta da 1 hora deste sábado, na
pista leste, sentido interior-capital, da Rodovia
Raposo Tavares, na altura do quilômetro 13,
região do Butantã, zona Oeste da capital
paulista.
O acidente ocorreu num trecho longo em declive que
fica de frente para o 4º Grupamento de Bombeiros,
base Rio Pequeno. Segundo testemunhas, o Astra estava
bem acima dos 100 quilômetros por hora - velocidade
máxima permitida naquele trecho - quando perdeu
aderência ao asfalto, levantou vôo, subiu
na mureta central e só não passou para
a pista contrária porque bateu contra um poste
de iluminação. O veículo se partiu
ao meio.
Um dos ocupantes, identificado como Elton da Silva,
morreu no local; outros dois foram encaminhados, em
estado grave, ao Hospital das Clínicas; um
quarto, para o Hospital Universitário. Segundo
as primeiras informações, os quatro
jovens seriam amigos e estavam indo a um bar. Duas
das três faixas de rolamento estavam interditadas
no local até às 3 horas deste sábado,
para o trabalho da perícia.
Veja a foto do carro rasgado ao meio no: http://www.estadao.com.br/ultimas/cidades/noticias/2006/abr/22/34.htm
Renato Aurélio da
Rocha - Belo Horizonte - MG
Meus dois netos foram buscar sua mãe e tia
na rodoviária, o neto mais velho tinha tomado
algumas, na volta, em alta velocidade numa curva,
piso molhado, derraparam e colidiram num poste, carro
perda total, o neto mais velho, perfuração
no pulmão e o mais novo fratura exposta na
perna esquerda, com diversas fraturas.
Momentos de angústia, por não poder
fazer nada, pois moravam em outra cidade, o neto com
as fraturas veio morar comigo, e tenta até
hoje se recuperar, o outro graças a Deus, recuperou-se
e continua sua vida normalmente, como se nada tivesse
acontecido, a vida continua.
Paulo - Natal - RN
Sai de Natal fui até S. José
dos Campos no mês passado. Foi uma verdadeira
expedição, percorrendo 8000km, minha
rota foi Natal/Rio/Penedo/São José dos
Campos/Rio/Juiz de Fora/ Brasília/Natal.
Foi uma aventura, mas valeu a pena, só fiquei
triste com o quadro que encontrei do nosso único
meio de transporte para escoamento do grosso das nossas
riquezas que são as nossas estradas.
Duvido que a operação tapa buracos chegue
a todos os cantos esburacados...
Rota Natal - RN / São José dos Campos
- SP
Percurso: Natal - Alagoinhas/BA pela Br 101 estrada
em boas condições cerca de 1100Km. Várias
pousadas boas em Alagoinhas.
Percurso: Alagoinhas - Teixeira de Freitas -BA Br
101 com trechos esburacados:cerca de 20 km esburacados
após Ibirapitanga - BA e também logo
após Itabuna BA. Pernoite em Teixeira de Freitas
BA com vários hotéis bons entrando na
cidade.
Percurso: Teixeira de Freitas-BA - Teófilo
Otoni-MG - sair da BR101 no entroncamento com a BR418
em direção a Teófilo Otoni, pois
daí para o Sul a BR 101 não está
boa em muitos trechos. Estrada BR418 em ótimas
condições, com raros buracos em poucos
trechos, mas sem apoio.
Percurso:Teófilo Otoni - Rio de Janeiro - pela
Br 116 trechos muito esburacados com cerca de 35km
em cada extensão, após Muriaé
e Leopoldina.
Se puder evitar estes trechos recomendo fazê-lo,
pois não é apavorante, sendo que em
alguns trechos a estrada literalmente é um
queijo suíço e intransitável,
podendo levar a acidentes ou quebra do veículo.
O restante da estrada neste percurso está boa.
Percurso: Rio de Janeiro São José dos
Campos - SP - Via Dutra, em ótimas condições.
Percurso: São José dos Campos SP - Juiz
de Fora MG - via Dutra ótima e Br 040 também,
com algumas obras em curtos trechos.
Percurso: Juiz de Fora - Brasília - Br 040
em boas condições até chegar
em Cristalina GO, quando a estrada fica intransitável
e fui obrigado a chegar em Brasília transitando
a maior parte do trecho pelo acostamento devido aos
muitos buracos na pista.
Percurso: Brasília - Seabra-BA. - BR 020 até
o entroncamento com a BR 342, com poucos buracos e
pouco apoio, no entroncamento, pegar a BR342, estrada
boa, mas com pouco apoio e pouca sinalização
em direção a Correntina BA.atravessar
o rio São Francisco e cuidado com alguns trechos
esburacados que merecem cuidado até Ibotirama,
mas que dão para passar...
Em Ibotirama, pegar a BR 242 em direção
a Seabra, mas muito cuidado após o posto da
Policia Rodoviária, dali a 70 km há
um trecho de cerca de 30km no qual a estrada desapareceu
e não dá pra andar a mais que 10 ou
20km/h. Depois deste trecho a estrada está
boa até Seabra onde há muitas pousadas
e hotéis para pernoitar e fazer refeições.
Percurso: Seabra-BA a Natal-RN - BR 242 saindo de
Seabra não se admire muito com a paisagem da
Chapada Diamantina, e tenha cuidado pois há
trechos esburacados que surgem repentinamente, o que
requer muita atenção, e ao chegar no
cruzamento com a BR 116, recomendo desviar por uma
estrada esburacada (29km) de terra em direção
a Castro Alves para pegar novamente a BR 101 em a
Sapeaçu, para evitar a BR 116 com um trecho
de 75km onde a estrada desapareceu e leva-se cerca
de 3 a 4 horas para percorre-lo até Feira de
Santana.
Daí para Natal é tudo BR 101 novamente
em bom estado.
Sebastião Soares de Freitas - Viçosa
- MG
Sofri um acidente em 10 de abril de 99.
Aconteceu na região de Ponte Nova, MG.
Tive um desmaio ou síncope; que quer dizer
perda repentina da memória e recuperação
rápida, ou seja: um branco que dá na
memória. Só não fiquei tetraplégico
pela graça de Deus.
Vi um caminhão na minha frente e acabei batendo
no mesmo, não ouvi barulho da batida nem nada.
Agradeço a Deus por estar vivo, pois neste
acidente perfurei o baço, fraturei 6 costelas,
perna e uma vértebra da coluna cervical.
Zacarias
Tavares de Araújo - Rosário do Ivaí
- PR
Vindo com minha família de
uma cidade vizinha a minha, onde residem meus pais,
numa tarde de domingo, isto foi no dia 09/07/2000.
Quando a uma certa altura me deparei com uma camionete
vindo em minha direção na contra mão
em alta velocidade não dando tempo para tomar
qualquer atitude e acabamos colidindo frontalmente.
Resumindo o condutor estava totalmente embriagado...
Com a colisão minha filha, à época
com 10 anos de idade acabou se ferindo gravemente
precisando ficar hospitalizada por 29 dias e passar
por duas cirurgias no abdômen com lesão
grave no intestino sendo preciso usar colostomia por
01 (um) e com fratura na coluna, por Deus ela esta
bem, mas, ficou o trauma à dor e o sofrimento...
E o motorista até a presente data ainda não
pagou pelo seu crime que cometeu, ficando impune,
e continua a andar pelas rodovias como se nada tivesse
acontecido.
Amarildo Matos Bialetzki
- Paranavaí - PR
Dia 04/01/2005, 14:00 h, céu limpo,
dia claro, começando o ano a todo vapor para
pagar o motor do caminhão (Volvo n12 ano 82)
que acabava de sair da oficina.
Vinha da cidade de Palmital, interior de São
Paulo com destino a Paranavaí, PR, vazio, carregava
amido de mandioca para uma industria na referida cidade
e sempre voltava vazio.
Quando faltavam uns 20 km para chegar na cidade de
Colorado-PR, numa curva para a direita onde se iniciava
uma grande reta, um automóvel de passeio (Santana)
entrou para ultrapassar duas carretas que vinham em
sentido contrario deu de cara comigo, joguei o caminhão
no acostamento, mas ainda assim ele bateu de frente
comigo.
Graças a Deus o cara não morreu, pois
o seu banco quebrou e ele deitou para trás
ficando como se estivesse deitado.
Ele estava a uns 130 por hora e quando do choque desprendeu
o eixo dianteiro do caminhão.
Consegui manter o caminhão sem dar ele (L)
na carreta, pois poderia ser pior, e ainda fiquei
no acostamento que é muito estreito (cabe metade
de um caminhão).
Fiquei sem fôlego, com muitas dores nas costas,
bati a cabeça no teto, fiquei desnorteado.
O motivo do acidente foi o estresse do condutor do
automóvel. Ele estava passando por um momento
difícil na família, com problemas de
saúde de sua sogra e ele voltava de Colorado
para a cidade de Santo Inácio (mais menos 25
km) onde tem um comércio.
Este caminhão era uma herança do meu
finado sogro, que por durante 45 anos rodou todo o
Brasil, e eu estava dando algumas viagens para pagar
as constas e depois nos iríamos vende-lo, apenas
tivemos que antecipar nossa decisão. Por isso
que eu digo na estrada, você tem que estar muito
bem para poder dirigir e evitar um acidente que poderia
ter matado alguém.
Ainda não recebi os prejuízos, está
na justiça aguardando decisão do juiz.
Aridan - Campina Grande -
PB
Meu primeiro e último até
o momento ocasionou-se devido eu trafegar sem conhecimento
das ruas em Teresina. Avancei uma avenida pois não
vi a placa de pare que estava muito alta num poste
a qual me deixou pensando que a mão seria minha.
José Maria Alencar
- Jatiuca - AL
Minha irmã faleceu num acidente
de transito em Maceió - AL.
As principais causas do acidente foram:
Má sinalização da estrada.
Imprudência do motorista do ônibus da
prefeitura do interior, que atravessou a pista no
momento que o carro que vinha a minha irmã
ia passando, e inexperiência do motorista do
carro, que por ter pouco tempo de habilitação,
brecou o carro, quando ele deveria ter soltado o freio
para retomar a direção e desviar do
ônibus.
No local onde a minha irmã morreu hoje existe
uma lombada eletrônica e nunca mais ocorreu
nenhum acidente naquele local, sugiro, porém,
que seja feita uma maior fiscalização
nos Detrans do interior do estado, principalmente
para aqueles motoristas que vão conduzir ônibus
e caminhões. (Acreditem ainda ouvimos casos
que relatam: Vai tirar a carteira no interior tal,
que lá quem manda é o doutor fulano,
e a carteira sai fácil). São motoristas
de caminhão de usina, motoristas de ônibus
das prefeituras, motoristas de caminhão para
transportar madeira, frutas, gado...
Se estes motoristas fossem devidamente credenciados,
muitos acidentes seriam evitados. Ter carteira não
é saber conduzir um caminhão ou ônibus.
Rafael - Sorocaba - SP
Fui entregar um documento de um amigo,
e este cedeu seu carro para que eu fizesse o que ele
pediu. No meio do caminho, choveu. Quando entrei numa
alça de acesso de uma rodovia, o carro não
fez a curva e deslizou, me jogando para fora da pista.
Eu estava em baixa velocidade, fazendo com que o acidente
não tivesse conseqüências graves.
Quando saí do carro percebi que os pneus estavam
carecas. Assim, da próxima vez que eu for pegar
um carro emprestado, prestarei mais atenção
nas suas condições.
Daniel Neves Dourado - Estrela
D'Oeste - SP
Trabalho como motorista profissional, em uma empresa
do setor de alimentos. Há mais ou menos três
anos atrás vinha na Dutra no sentido rio São
Paulo, nas proximidades de Barra Mansa , uma Van saiu
da marginal e entrou na Dutra sem ao menos sinalizar,
para não bater na traseira da mesma que era
escolar colidi com a traseira de um caminhão,
foi horrível.
Rodrigo Freitas dos Reis
- Jundiaí - SP
Tinha 19 anos comprei meu primeiro carro, tinha namorada,
tinha um ótimo emprego, resumindo tinha tudo
que um adolescente hoje tem e que muitos não
tem, gostava muito de correr vivia em alta velocidade
comecei a esquecer de tudo amigos, família
e ate mesmo da minha namorada e meu trabalho, e além
de tudo isso de Deus, até que quando eu acabei
de pagar o carro - 24 meses, aconteceu o que não
desejo a ninguém até mesmo para meu
maior inimigo. Certo dia mais ou menos entre 7 e 8
da noite sai de casa para ir a igreja no interior
de São Paulo cidade de Taquaritinga, nunca
tinha feito isso me despedi da minha mãe, como
nunca tinha feito na minha vida, ela até estranhou
mas tudo bem fui embora, passei no posto perto da
minha casa abasteci meu carro ok, até que percebi
que estava atrasado mudei de rota como nunca tinha
feito antes, acelerei o carro a mais de 120km numa
avenida, quando numa curva aconteceu o pior, a direção
do carro quebrou passei reto minha primeira batida
na guia o carro veio a capotar de frente e traseira
mais ou menos 15 capotadas e para minha sorte cai
dentro de um rio, fui levado para um hospital por
Deus tive alta na mesma noite, não sofri nenhum
arranhão, depois em menos de uma semana perdi
meu emprego e até mesmo minha namorada, bom
aprendi muito com isso comecei a dar mais valor em
mim na minha vida e até mesmo na minha família
que amo muito, hoje sou casado tenho um filho lindo
e sou muito feliz.
Cláudio Luiz Villela
Hochreiter - Belo Horizonte - MG
Não tenho ocorrência de acidente, mas
tenho muita experiência de estradas e procuro
analisar todos acidentes que via, pois a coisa é
muito simples de explicar são tantos fatores
que levam as pessoas a um acidente.
Primeiro tudo começa do fator psicológico
que é ruim dos motoristas de caminhões
por que todas as empresas têm pressa, a razão
as cargas por problema de logística que reflete
quando os caminhoneiros estão saindo para o
destino ele tem horário de chegar, se não
perde porcentagem no frete. Que é pouco e o
cheque que ele deu no posto vai entrar. Bom, vamos
resumir.
O frete para quem paga é muito e para que recebe
é pouco. Onde esta o certo?
Penso que é o diesel que é caro, de
mais o pneu as peças que si for montar um caminhão
de peças avulso daria para comprar três
caminhões.
Bom, tudo leva ao stress, o chapa, o guarda, as transportadoras,
as estradas ruins o desrespeito dos órgãos
do governo que aproveita da falta de cultura dos caminhoneiros.
Ai vem o chamado domingueiro que pega a estradas sem
conhecimento da pista e começa o duelo de que
é dono da estrada, os veículos têm
velocidade os caminhões não e começa
a briga, ai vem ultrapassagem nas curvas nas faixa
dupla porque todo mundo tem pressa.
É onde acontecem os acidentes.
Bom, também tem o problema da manutenção
que tem falhas.
Resumo que a pior estatística de acidentes,
é o psicológico das pessoas que tem
que entender que se vou passear eu não tenho
pressa aproveite as paisagem da estradas e pontos
de paradas.
Quanto o caminhoneiro não aceite que as empresas
descontem no frete horário de viagem, que se
você não conseguir cumprir é porque
sofreu um acidente ou quebrou a sua ferramenta. Um
abrço e tente trabalhar a sua mente e não
tenha pressa abraço.
José Carlos de Siqueira
Lopes - Campo Grande - MS
Vinha a noite numa Av. de mão dupla
e ao fazer conversão a esquerda colidi com
um táxi que vinha em sentido contrario. Os
passageiros do Táxi sofreram escoriações.
Tenho certeza que o acidente ocorreu porque o Táxi
vinha apenas com a lanterna acesa (na época
era costume no Rio de Janeiro para economizar bateria)
isto foi em 1974.
Houve processo, fui condenado por deixar correr a
revelia. O escrivão pediu um farol de milha
(não dei). Minha carteira foi apreendida e
precisei tirar outra. Aprendi que quando se dirige
a noite um carro com farol alto ou normal em sentido
contrário encobre quem vier apagado ou só
com lanterna.
Aprendi que qualquer processo requer acompanhamento
de um profissional (advogado). Enfim, aprendi que
uma condenação por mais simples que
possa ser, pode complicar em muito a vida de um profissional,
desde a permanência na Rua em determinados horários,
impedimento de viajar para o exterior e até
no Brasil, além de ficar 2 anos indo ao Fórum
de 6 em 6 meses para dar o visto no processo.
Jovens cuidem-se.
Edivaldo - Salvador - BA
Minha esposa atropelou um burro e outro
parente um cavalo, na BR-101 no estado do Rio Grande
do Norte, no primeiro apenas amassou o carro e no
segundo o animal caiu encima dele causando lesões
graves.
Comigo aconteceu aquele cochilo de décimos
de segundo quando a cabeça tomba, por ficar
muito tempo atrás de um caminhão na
BR-101 de Alagoas, lá recapearam, mas esqueceram
da 3a. faixa. Só o susto.
Ricardo Buono - Mongaguá
- SP
Voltava de São Paulo, era início
da noite. Já em Mongaguá, no trevo conhecido
como Bairro da Pedreira, onde existe até faixa
para travessia de pedestres, um absurdo para uma rodovia,
uma senhora fez menção de atravessar
e parou bem na frente de meu carro.
Tentei desviar e frear ao mesmo tempo, tudo instintivamente
assim como, por instinto torci rapidamente o volante
para a direita já que a mureta que divide as
pistas é baixa e em forma de cone com a base
mais larga do que o vértice e funciona como
rampa de lançamento; muitos outros veículos
já foram jogados para a pista contrária
com graves conseqüências.
Felizmente, foram só danos materiais. Consegui
passar o carro "entre" a mureta e a senhora
que posteriormente vim, a saber, sofre de distúrbios
mentais.
Mas, a mureta, esta continua lá, pronta para
arremessar veículos na pista contrária
no trecho entre Praia Grande e Itanhaém pelo
menos.
Podem verificar.
Lidiane Souto de Oliveira
- Natal - RN
Viajava sentido Natal - RN para João
Pessoa - PB as 6 horas da manhã com meu namorado
no caminho o motorista de um caminhão de uma
certa empresa colidiu com o nosso carro, e evadiu-se
do local sem prestar socorro. O meu namorado faleceu
na hora e eu fiquei contundida dentro do carro. Até
hoje não sei quem foi o culpado por tal desastre.
Porém peço encarecidamente que os motoristas
reflitam sobre outras vidas que estão nas estradas
também, e dirijam com mais atenção.
Amilson Alves de Almeida - Rio de Janeiro - RJ
Seguia em direção a Petrópolis,
região serrana do Rio de janeiro e, já
na entrada da Av. Brasil observei uma carreta em alta
velocidade que infelizmente deixei passar, se eu adivinhasse,
teria dado uma poeira e ido embora mas, estava com
meu filho (7anos naquela época) e esposa que
graças a Deus estavam com cinto de segurança
que aliás, sempre "peço" para
colocarem. A carreta coincidentemente entrou do trevo
para Petrópolis na minha frente e como o trânsito
estava relativamente lento e embora eu estivesse à
minha esquerda, tentei diversas vezes cortar (podar)
a carreta pela direita sem sucesso, segui em frente
sempre mantendo distancia em torno de 5 metros, em
determinado momento, observei que um ônibus
da empresa Fácil deslocara-se da direita para
a esquerda, atrás de uma Fiorino que já
vinha atrás do meu veículo por vários
kms e logo em seguida ouvi longa freada e um estrondo,
corri rapidamente os olhos nos três retrovisores
e quando voltei ao retrovisor da minha porta, vi quando
o ônibus acertou a traseira da Fiorino e sua
frente cresceu em função da pancada,
ato contínuo, engatei a primeira marcha e me
antecipei para tentar minimizar o impacto da pancada
da Fiorino que, acreditem se quiserem, veio arrastada
pelo MAUTORISTA do ônibus que se quer esboçou
tentativa de frear aquele enorme veículo novinho
em folha (havia rodado só 50 km e era sua primeira
viajem) a falta de aptidão do motorista do
ônibus causou um arraste de quase cinco metros
da Fiorino que bateu na traseira do meu Chevette novinho
e quando bati no trilho que era o pára-choques
daquela carreta do inicio da historia, a Fiorino entrou
por debaixo do meu veículo que ficou completamente
destruído e foi para o ferro velho mas o importante
na história é que segundo um dos policias
e médicos das quatro ambulâncias, se
meu veículo não estivesse ali os dois
jovens que estavam, um pilotando e outro como ajudante,
teriam quase que com 100% de certeza sido decapitados
pelo pára-choques da carreta. Ainda bem que
o motorista da Fiorino sofreu só um torcicolo,
eu consegui retirar com muita rapidez meu filho e
esposa e ainda informei ao motorista do ônibus
que retirasse os quase 50 passageiros do veículo,
pois os tanques da Fiorino e o do meu veículo
haviam estourado e poderia haver uma explosão,
que graças a Deus não ocorreu e todos
saímos quase que totalmente ilesos, apenas
meu filho ficou traumatizado por algum tempo, pois
sempre que eu o levava para a escola ele se abaixava
no banco de trás do carro da avó.
Rubens Valentim da Silva
- Nova Glória - GO
Primeiro o e-mail e da minha sobrinha qualquer duvida
envie e-mails p ela!!! Era uma simples viagem a cidade
de Itapaci que na volta mudou toda a minha vida e
de meus familiares, 08 de março de 98, paramos
no distrito de novo oriente para uma partida de futebol,
éramos 5 em uma pampa dois dentro e três
em cima, sem capota o motorista alcoolizado, quando
íamos sair da cidadezinha o motorista arrancou
com muita velocidade, e não parou para entrar
na rodovia estadual, como pensávamos e nisso
eu cai, mais fiquei pendurado pela bermuda batendo
com a cabeça no chão os que estavam
em cima comigo batiam no capö do carro mais o
motorista alcoolizado achou que era brincadeira não
parou, só depois de muitos metros ele parou,
mais eu já estava com a maior parte da cabeça
quebrada, fiquei um mês em estado grave, mais
graças a minha irmã e os filhos delas
que tiveram toda paciência em cuidar de mim
estou aqui, por que só recuperei parte da consciência
depois de mais de seis meses,e os amigos de farra,
me esqueceram como se eu estivesse morrido aquele
dia, perdi os movimentos do lado direito tenho que
tomar remédios para sempre, dependo da minha
irmã ate hoje, não posso sair sozinho,
pedi minha mocidade, não me casei nem tive
filhos, passei por 14 cirurgias ao todo, tenho a cabeça
de platina, mais ainda tenho minha vida graças
a Deus e a Minha irmãzinha do coração
que me apoiou, por isso dêem valor as penas
que andam, aos braços que se movem, a cabeça
perfeita, a oportunidade de ter filhos ,de se casarem,
de saírem sozinhos de vez enquanto, de viajarem
de ônibus, sim, porque isso e muito difícil
para mim, não dirijam alcoolizados, nem andem
com pessoas alcoolizados dêem valor a sua vida
e a do seu semelhante!!! Rubens!!!
Rômulo Ferreira Barcelos
- Itabira - MG
Eu sofri um acidente quando criança, na frente
de minha casa tem um morro e no final dele tinha um
córrego, íamos sair, o destino não
me lembro bem, mas toda a família já
estava pronta para sair, quando o meu pai tira a sua
Kombi velha, ele sai de ré e como de costume
pisa no freio para engatar a primeira e subir o morro
para pegar o resto do pessoal, porque no carro só
estava meu pai e eu, então quando o meu pai
tira o carro da garagem e coloca o pé no freio,
o carro não tinha freio e então a Kombi
segue direto para o córrego, mas graças
a Deus que meu pai e eu fomos lançados para
fora do carro antes que ele caísse no córrego.
Eu fiquei desmaiado e assim fui levado para o hospital
e tive um corte na cabeça de doze pontos, meu
pai não teve nada além de algumas dores.
Essa é minha história, espero que tenha
ajudado em alguma coisa.
Hilda Leal - Valparaiso -
GO
Eu estava numa via de baixa velocidade, andando devagar
e o sinal fechou. Na frente havia uma faixa de pedestres.
Quando o sinal fechou e eles se "atiraram"
na faixa. O cretino que vinha atrás, numa camionete,
devia estar distraído e "juntou"
a traseira do meu monza. Deu ré e se evadiu
cinicamente.
Eu fiquei sem ação pelo susto, por ver
meu carro destruído, por pensar que quase "vôo"
sobre os pedestres. Arquei sozinha com o prejuízo.
Não fosse uma faixa de pedestre, eu teria avançado
um pouco e ele não me atingiria. Aqui no Brasil
tudo é feito de maneira precária, sem
muita preocupação com os resultados.
TEM COISA PIOR que uma faixa de pedestre em barreira
eletrônica?
Por que não põem sinal de dedo? O cara
tem que ser um super-dotado: verificar velocidade,
ver pedestre, simultaneamente. É a maior sacanagem
com o indivíduo, querer que ele seja um super-dotado
em meio a tanta precariedade. O motorista tem que
administrar uma gama de informações,
enquanto o pedestre, sem noção, sequer
já parou um dia para pensar que o freio pára
o carro, mas se for acionado com uma reserva de tempo.
Sequer têm noção de peso, velocidade,
distância... É um circo dos horrores:
veículos x pedestre - motorista - ignorantes.
Paulo Ricardo de Carvalho
Barreto - São José dos Campos - SP
No traçado antigo da Rodovia Dom Pedro I, com
tempo chuvoso, ao tentar ultrapassar um caminhão
em uma descida, perdi visibilidade por causa da névoa
levantada pelas suas rodas, e acabei caindo na ribanceira
do outro lado da pista. Por sorte não vinha
nenhum carro na pista contrária. O seguro deu
o carro por perdido, eu sofri apenas uma escoriação
na testa onde bati no volante, o aro do óculos
deixou uma marca que existe até hoje - lá
se vão 20 anos. Esse acidente mudou radicalmente
meu modo de guiar, fiquei superprudente e tenho trauma
de guiar na chuva e à noite.
Augusto Ribeiro - Brasília
- DF
Vou tentar ser prático, pois fatos
como esse é rico em detalhes a seguir. Pela
década de 80, como Profissional do volante
trabalhava como vistoriador de carros sinistrados
em uma cia de seguros como rotina diária eu
rodava no mínimo 140 quilômetros aqui
no DF e entorno, uma tarde de céu claro (céu
de brigadeiro)em cruzamento sinalizado pistas amplas
que são em Brasília/DF, tendo em minha
companhia apenas a minha ex-mulher, os semáforos
em perfeito funcionamento, o sol a pino, eu não
estava de carro e sim de "fusca"(humor,
nada contra), pois era o meu ganha pão, por
está em condições continuei a
minha trajetória quando fui colido por uma
ambulância do INPS, qualquer coisa que avançou
o sinal causando uma tragédia com fatalidade.
O condutor se evadiu, fugindo do flagrante, meses
mais fomos a julgamento, fui absolvido e o depoimento
de uma das ocupantes irregular da ambulância,
pois a mesma estava com excesso de passageiros "não
autorizados" não deixou dúvida
quanto o grau de alcoolismo do condutor da ambulância.
Mesmo assim o senhor promotor me responsabiliza ou
dizendo que eu deveria também era culpado,
pois deveria eu ter mais cuidado. (???) era a minha
rotina a anos, pela perícia o veículo
que invadiu o semáforo não foi o meu
e segundo o código internacional de transito,
quando temos um cruzamento de pistas controlado por
sinal luminoso, devemos respeitar como condutores
de nossos veículos. Agradeço a oportunidade
e espero que sirva o propósito.
Marilene de Souza Caldas
L. da Silva - Planaltina - DF
Há uns vinte dias atrás,
a secretaria de minha irmã, com quem ela trabalha
ha mais de 10 anos pegou um transporte alternativo
(lotação) para ir ao médico,
não sabendo ela que naquele dia sua vida sofreria
uma mudança brusca.o motorista num momento
de imprudência , pois não se sabe bem
como,entrou debaixo de um caminhão pela parte
traseira, acho que na tentativa de uma ultrapassagem
e neste momento tirou a vida de 6 pessoas,inclusive
a dele. A secretaria de minha irmã, que é
como se fosse da família para todos nós,por
sorte não morreu também,porem chegou
ao hospital em estado gravíssimo.ela (Iara)
está se recuperando,mas só deus sabe
se ficará seqüelas,pois continua internada.
Aqui em Brasília é freqüente acidentes
com este tipo de transporte, pois os motoristas correm
como loucos,na tentativa de em cada parada pegar mais
passageiros, pois quanto mais pessoas, mais lucro
p/o bolso. E assim a vida das pessoas vão ficando
em segundo plano. O que fazer?
Daniela Martins Martes -
Cotia - SP
Bom eu estava de carro com meu ex- namorado
na Raposo Tavares, sentido São Paulo, foi final
de ano nós dois estávamos sem cinto
de segurança, quando ele me disse: vamos para
São Paulo, era de madrugada, eu não
queria mais mesmo assim contra, minha vontade ele
pegou a raposo correndo, feito um louco e eu pedindo
para ele voltar.Por causa da sua teimosia eu me desesperei
achando que algo de ruim podia nos acontecer, porque
ele estava totalmente desequilibrado correndo com
o carro, foi então que eu tive um reflexo de
desespero, puxei o volante tentando parar o carro,
ele perdeu o controle batemos com o carro na mureta,
o carro perdeu o controle e capotou. Hoje dou graças
a deus por não ter acontecido nada de grave
tanto com ele quanto comigo.Mais eu acho que se eu
não tivesse puxado o volante algo pior na frente
teria acontecido, e talvez hoje eu nem estaria dando
este depoimento.O mais triste disso tudo é
que ficou uma marca na minha vida, fiquei traumatizada,
não consigo andar no carro de mais ninguém
que eu passo mal, só do meu noivo, e mesmo
assim eu fico de olho no ponteiro para ver se não
sobe, mais pelo menos eu dirijo, eu espero que com
este meu depoimento eu possa ajudar muitas pessoas
a se conscientizarem a dar valor as vossas vidas e
de outras pessoas, porque é uma marca para
o resto da vida.
Roberto São José dos Pinhais - PR
Gostaria de dar um lembrete aos motoristas
de caminhão que quando forem fazer uma ultrapassagem
não esqueçam que pode haver um outro
veículo ao seu lado,"na chamada área
de sombra". Respeite a vida, não é
nada agradável sofrer um acidente.
José Aparecido de
Araújo - Patos de MInas - MG
Trabalhava de empregado com uma carreta que precisava
de manutenção nos freios.
Sai do Rio para DF, dormi em BH para fazer o concerto
quando era 16:00h meu patrão disse: leve as
peças e depois que descarregar você da
manutenção.
Chegando em Brasília caia uma chuva fina quando
bem a frente tinha um redutor de velocidade e um veículo
a minha frente, eu pisei no freio e por causa da chuva
a roda que ainda não precisava de manutenção
e era a dianteira do lado direito derrapou me puxando
pra fora da pista. Como a carreta precisa de manutenção
ela não parou, para não sair da pista
e bater em uma barraca fora da pista e com pessoas
andando em sua volta tirei o pé do break, imediatamente
a frente do cavalo foi para o outro lado batendo na
lateral do veículo que estava a minha frente
que rodou e o veiculo que eu conduzia foi parar no
canteiro central.
Para concluir digo que por causa de um emprego você
não tem que fazer tudo o que o patrão
manda. Foi mais tempo perdido no acidente que para
dar manutenção.
Cassio Dener Pinheiro Batista
- Montes Claros - MG
Viajava MOC sentido BH, num certo km devidos os buracos
na pista que não são poucos,a trava
de regulagem do freio traseiro do meu microônibus
se solto a pista estava molhada, pisque farol,buzinei,
várias vezes para o motorista que estava a
minha frente num veiculo peq, mas ele não percebeu,
não tive outra alternativa, pois o outro lado
vinha subindo algumas carretas, me choquei na traseira
do outro veiculo, que acabou indo para o acostamento,
eu fui para o outro lado de encontro com um caminhão,
no mesmo instante pedimos clamamos por JESUS e conseguir
levar o micro para a outra pista sem nenhum problema,
ninguém se machucou, graças, só
foi danos materiais... Caros colegas motoristas muito
cuidado nas nossas estradas, e se lembre sempre de
DEUS pois, se não o seu filho hoje não
estaria aqui contando para vcs...
Paulo Roberto Nunes - Cadebelo - PB
Acordei as 5 da manhã para trabalhar,
sai do trabalho as 14h, fui para um bingo, sai as
20h, fui para uma festa , sai as 3hs da manhã,
teria que percorrer uma distância de 17 km,
por volta do Km 12 dormi , o carro saiu da pista bateu
no meio fio e capotou 3 vezes.
Só estou aqui narrando porque o veículo
era uma Montana e estava toda protegida com sto. antonio,
mata cachorro e estribo lateral, foi perda total do
carro, com a graça de Deus não houve
maiores conseqüências, mas com certeza
o cansaço e a bebida matam, tanto quanto arma
de fogo.
João Bôsco Monteiro
Gondim - Vilhena - RO
Peço para todos os motoristas dirigirem
com cuidados e atenção. Fui vítima
de um acidente automobilístico em 1980, no
mês de Novembro do citado ano. Um ônibus
vinha em alta velocidade na contra mão. Se
eu estivesse dirigindo na defensiva, talvez não
tivesse acontecido uma tragédia desta. Deste
acidente perdi minha esposa,e ainda fiquei um ano
sem trabalhar. Minha filha ficou toda quebrada, e
teve que ficar um ano engessada. Foi um prejuízo
enorme para mim. Motoristas mais atenção
ao dirigir. A vida agradece.
Aristides Bezerra de Castilho
Silva - Rio de Janeiro - RJ
Realmente o cansaço pode matar,
viajei no mês passado do Rio de Janeiro para
Recife, quando o sono vem perde-se todos os reflexos,
graças à Deus não me aconteceu
o pior.
Pare e descanse.
É melhor parar por algumas horas, do que morrer
em minutos.
Victor Hugo Moreira Moraes
- Pouso Alegre - MG
Local do acidente: BR-381, Fernão
Dias, 22 maio 1997; altura do km 850, Camanducaia,
MG; lado direito, sentido SP/BH (pista não
duplicada a época). Trata-se de uma pequena
reta (rara na região de Camanducaia), terminando
em uma rampa leve, com curva a esquerda;
Horário: Mais ou menos 19:00.
Condições da pista: escorregadia, havia
chovido e estava sob chuvisco fraco.
Veiculo: Corsa Sedan, ano fabricação
1996, modelo 97. Em normais condições
de uso, revisões sendo feitas, conforme manual,
pneus 2/3 dr vida útil.
O Fato: Conduzia o veiculo sentido SP/BH. Como a pista
estava molhada, e também considerando o horário
reduzi a velocidade (80 km/hora); uma fila de caminhões/carretas
descia a rampa, súbito um caminhão saiu
de uma estrada rural e tentou entrar na contramão,
no meu sentido; freou, ficando parte no acostamento
e ocupando 1.3 da pista. Saindo instintivamente pelo
acostamento, avaliei, em frações de
segundos, as alternativas: retornar para a pista,
pois havia certa distância e folga, julguei
que o ângulo seria muito fechado e, provavelmente
derraparia, e decidi que chocar com o caminhão
seria menos danoso (a esta altura deveria estar a
50 km/hora). Praticamente foi só dano material.
A baixa velocidade e bons reflexos me salvaram de
um desastre, talvez fatal.
Lição: Controle da velocidade apropriada
à rodovia e pista de rolamento e concentração.
Ricardo Ibrahim Guanabara - Rio de Janeiro - RJ
Trabalho como motorista de turismo e a firma exige
muito dirijo na maioria das vezes de 10 a 18 horas
por dia um ônibus de 49 lugares por isso dá
cansaço, dá sono uma certa vez indo
do Rio para Ibitinga (SP), comecei a dar várias
freadas, pois achava que estava vendo vaca atravessando
a estrada é mole? Graças a Deus o outro
motorista percebeu e tomou a direção
e fui dormir na cama e não no volante. Hoje,
graças a Deus não trabalho mais com
turismo, porque os motoristas de turismo aqui são
muito explorados.
Enéas Ferreira -
Belo Horizonte - MG
Em julho de 2001, quando saia de férias comi
um farto sanduíche desses de 2,99 e fui viajar
imediatamente. Cochilei e bati em um poste.
Fraturei o acetábulo (bacia) e felizmente me
recuperei mas ficou a marca da cirurgia de reparação
e emocionalmente também me marcou muito. O
sofrimento foi material, psicológico e moral.
Amaro Branco - Barra Mansa
- RJ
Após mais de doze horas no volante
dirigindo e parando em filiais de minha transportadora
no trajeto de Barra Mansa - RJ x Vassouras - RJ x
Juiz de Fora - MG x Santos Dumont -MG x Contagem -
MG x Iguatama - MG, quando chequei em Iguatama percebi
que iria cair uma chuva muito forte, fiz minhas tarefas
com presa e tratei de me deslocar para o hotel que
morei por dois anos, porém como o hotel não
tinha estacionamento tentei chegar antes da chuva.
O hotel ficava localizado a cerca de 7 km do município
de Iguatama, já no município de Arcos,
quando tinha andado mais ou menos dois km a chuva
que supunha estar atrás na realidade estava
a minha frente, e como já eram noite (19:00)
horas, não vi uma quando quantidade de água
na pista, ai cometi um erro que por pouco não
foi fatal, pisei no freio e travei as rodas, o meu
carro um Escort XR 3 começou a rodar, bati
no meio fio do lado esquerdo e o carro foi cair na
pirambeira do lado direito onde o meu carro deu 5
ou 6 capotadas, eu hoje 20 anos depois acho que cometi
três grandes erros:
Primeiro: viajar mais de doze horas de carro trabalhando
é uma aberração.
Segundo: com chuva dirigir com velocidade superior
permitida na estrada.
Terceiro: ao me deparar com a lamina de água
usar os freios este foi o maior dos erros, deveria
ter usado a marcha e reduzido o veículo através
do motor e não das rodas o que provocou aquaplanagem.
Tarcio Luiz Leme de Paula
- Barretos - SP
Sim, na Belém - Brasília, próximo
a Gurupi,em uma descida mais ou menos 4,00 horas da
manhã, cochilei, no começo da descida,
quando dei por mim, havia uns bois (gado), atravessando
a estrada posteriormente não dando tempo para
frear, tendo então grande prejuízo.
Fernando Maia - Barra do
Corda - MA
Vinha eu, mais ou menos, às três
horas da manha, pela BR 316 na altura da localidade
de Brejo, perto de Timon, quando em uma curva vinha
uma carreta do outro lado, na contra mão, sobrando
na curva ou até mesmo um cochilo do motorista
da mesma... só sei que foi muito rápido,
tive que jogar o carro para o aterro... Ainda bem
que só causou prejuízos materiais.
Fernando Pedrosa - Rio de Janeiro
- RJ
Foi tudo muito rápido e, felizmente,
sem maiores prejuízos.
Estava em férias em Fortaleza e hospedado em
um sítio distante 20 km. da cidade. Uma noite,
voltando sozinho para casa depois de um longo dia de
praia e diversão, cochilei e saí da estrada.
Acordei com a trepidação dos pneus sobre
a terra do acostamento e consegui parar sem amiores
problemas além do susto.