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WEBMOTORS QUER TRAZER MONTADORAS PARA DENTRO DO PORTAL

Há seis anos na internet, a WebMotors (www.webmotors.com.br) conquistou um mercado até então duvidoso no Brasil, o comércio de carros pela web. Este ano, depois de atingir o break even, quer trazer as montadoras para dentro do portal. "A WebMotors não nasceu para vender carros, e sim para ajudar o consumidor a fazer o melhor negócio. A entrada das montadoras em um portal independente é muito importante para nós e, para elas, estrategicamente fundamental", explica Sylvio Alves de Barros Netto, CEO da WebMotors. Cadastradas no portal, as montadoras têm acesso a clientes qualificados e prontos para realizar uma compra.

Segundo Sylvio de Barros, o consumidor passa por três fases antes de
decidir pela compra de um carro: a busca da informação; descoberta de
quem quer comprar o carro e para quem pode vender um usado e a compra efetiva do automóvel. Com esse conceito , a WebMotors já conquistou 743 mil usuários cadastrados. No ano passado, o total de propostas de intenção de compra de automóveis novos recebidos por concessionárias e lojas autorizadas através do portal foi de 180 mil. Outros 150 mil automóveis usados foram anunciados. Conta, ainda, com cerca de 25 anunciantes de grande porte, 800 lojas independentes e concessionárias cadastradas, 12 mil prestadores de serviço e parcerias com grandes empresas, como Dana Corporation, Tecnomotor e Oficina Brasil.

A imparcialidade no comércio de veículos e a amplitude no volume de
informações do portal também permitiram a criação de um conceito
independente e transparente. Passadas as três fases de pesquisa do
consumidor, entram em cena as montadoras, lojas independentes e
concessionárias cadastradas no portal. Todas elas recebem indicações
(leads) da WebMotors, de consumidores interessados em comprar um carro. "A transparência na negociação via web e a possibilidade de podermos vender todas as marcas e modelos torna a WebMotors independente e apta a oferecer preços mais competitivos e as melhores opções para o consumidor", afirma Barros. O sucesso da venda vai depender, exclusivamente, da negociação da indústria com o consumidor.