OPINIÕES SOBRE A RESOLUÇÃO 214 DO CONTRAN

MANDE AQUI A SUA

Sou contra informar onde está o radar.
Quando se coloca uma placa de proibição de estacionamento, por exemplo, determina-se que em determinado trecho da via é proibido estacionar, e não em toda sua extensão.
A irresponsbilidades de alguns motoristas é tamanha que ao observar a placa indicativa de radar em determinado local da via, este aliviará o pé e passado o "perigo", voltará a pisar fundo.
Os órgãos de trânsito devem colocar as placas de limites de velocidade para os determinados locais da via, e pressupõe-se que o motorista seja conhecedor do cótigo de trânsito.
São muitos os casos de pedestres atropelados em passagens para eles determinadas de acordo com o CTB mesmo havendo a sinalização inclusive semafórica.
Um exemplo bastante prático são os diversos flagrantes de pessoas sendo agredidas dentro de suas próprias residências.
Será que as câmeras seriam eficazes se os agressores fossem avisados apartir do momento da colocação das mesmas.
TRÂNSITO LIVRE PARA TODOS.

Almeida Viana Almeida


Sou a favor de informar onde está o radar"

Prezados senhores,
Não sou reacionário e além de ter 50 anos de idade, tenho 3 filhos, o que me permite dizer que dentro de minhas responsabilidades, como cidadão e pai, está manter "disciplina" na condução de meu veículo e cumprir as normas de trânsito.
Ocorre que os órgãos de trânsito transformam as leis disciplinadoras em elemento de arrecadação, eu fui multado, e muitos outros também, num radar de 40 Km/h, numa velocidade de 42 Km/h, numa avenida do Município de Embú (Embú das Artes, como conhecido), sem indicação e sem orientação.
Por isso não penso em trafegar a 194 Km/h, penso sim no abuso das autoridades. A informação dentro de determinadas distâncias regulamentadas no anexo III dessa resolução é suficiente para o cidadão de respeito e insuficiente ao indivíduo abusador.
Algum dos senhores já teve a oportunidade de 'passear' pelas ruas e avenidas do Município de Santo André, pois se surpreendam quando lá forem, radares de 40 e 60 Km/h a cada 200 m, sem sinalização, se isso não tem caráter arrecadatório como devo chamar?
Ensejo pelo respeito às leis por ambos lados, cidadão e autoridades, a lei é de 2006 e até hoje não é cumprida pelas autoridades e os cidadãos continuam sendo 'penalizados', no sentido estrito da palavra.

Atenciosamente,
Marcos Canto - São Paulo - SP



Sou a favor de informar onde está o radar

O cidadão que não é parado ou desencorajado de alguma forma irá transitar em excesso de velocidade e lá na frente, vai vitimar alguém por falta de ação do Estado, quer seja através das placas, ou do agente. O que é que adianta mandar a notificação da penalidade para a viúva? E as famílias que foram vitimas pelo cidadão que transitava em excesso de velocidade e não foi parado? O Estado não tem a tutela sobre a vida das pessoas? Porque se omitiu de tomar as providências para o trânsito seguro? E os princípios elencados ao artigo 37 da CFRB, em especial, publicidade, moralidade, e eficiência, serão ignorados?

Marcos Beninca - Florianópolis - SC


Resolução 214 do Contran
Sou a favor da revogação da resolução 214 do Contran, todo motorista ao dirigir seu veiculo, tem que respeitar a sinalização e os limites de velocidade.
O governo já errou no art. 218 , e vai errar de novo agora.
Ah. Gostaria de deixar um grande recado para você motorista.
POR FAVOR NÃO SINALIZE COM LUZ ALTA PARA AVISAR OS OUTROS MOTORISTAS SOBRE O RADAR OU A PRESENÇA DE VIATURAS POLICIAIS,
Quando você avisa a presença de um radar você está ajudando algum pateta do trânsito, e esse pateta pode ser aquele que um dia pode tirar a vida sua ou de alguém da sua família.
Quando você cruza com um veiculo e avisa que tem policiamento lá na frente, esse veículo que você avisou pode ser roubado ou até mesmo ter alguém seqüestrado.
Se cada um fizer a sua parte tudo fica mais fácil...

Flavio Junior Barbosa dos Santos



Sou a favor da revogação da resolução 214 do Contran
Seria cômico se não fosse um extremo absurdo avisar aos infratores quando eles devem reduzir a velocidade para não serem flagrados e logo em seguida voltarem a colocar em risco a vida de seres humanos que não têm nada a ver com tamanha irresponsabilidade.Que país é esse?

Amaro Miranda


Pela revogação
Sou a favor da revogação da Resolução 214 do Contran

Roberto Castilho

Pela revogação da Resolução 214 do Contran
Não tem sentido alertar um motorista sobre a existência de radar , pois se já existem as placas fixando as velocidades permitidas, ( estas sim devem ser obrigatórias e adequadamente instaladas) concordo que o motorista deva ser penalizado se descumprir a limitação.
Nosso código já é bastante condescendente com os abusos que são cometidos todos os dias nas ruas e estradas, principalmente se o infrator e até causador de mortes for , rico, pagodeiro , ator, jogador de futebol, juiz, ou policial.
Pode estar bêbado , pagou fiança ou tem "costa quente" está livre " homicídio sempre será classificado como culposo" estamos cançados de ver esta história.( é o mesmo que andar com uma arma engatilhada na rua , matar alguém e alegar que era só uma brincadeira )
Podem sancionar quantas leis quizerem, e a exemplo dos nossos politicos, em todas as escalas enquanto houver impunidade nada vai mudar neste pais.

José Valter Aguiar Santos


Pela revogação
O cara que escreveu essa lei é muito burro, só isso.

Roberto Bistulfi


Pela Revogação
O Brasil é mesmo um lugar do faz de conta, Código de Trânsito a meu ver é uma regra. Você segue ou arca com as conseqüências, não dá pra amenizar.
Avisar para o infrator que vai ser punido é jogar o CBT no lixo. Tenho umas sugestões:
As multas devem ser em função do valor do Bem (como na Finlândia), quanto mais caro o carro maior a multa, e levar em conta o nível intelectual e que função exerce. ( juiz, político, funcionário público etc.) nestes casos as penalidades são com AGRAVANTE POIS DEVERIAM SER O EXEMPLO.
O agente público relator do fato, que omitir ou alterar a veracidade dos fatos será penalizado com as mesmas dadas ao infrator mais agravantes por ser quem deveria ser exemplo.
Dirigir alcoolizado deveria ser punido com o CONFISCO DO BEM, mais 20 vezes o valor desse bem, não invalidando as outras punições como cassação da permissão para dirigir permanente, multas (se o veículo for registrado em nome de terceiros a sanção se estenderá a este).
Se funcionasse assim, a gente ia pensar que isso aqui vai virar NAÇÃO, porque País é um amontoado de gente cada uma mais esperta que a outra.
Mais um otário que segue as leis.

Wallace Timburiba



Ola amigos do SOS Estradas! Pela revogação.
Parabéns pela iniciativa e a coragem de abordar o assunto, penso ser um absurdo esta resolução 214 do CONTRAN ela vem unicamente como uma ferramenta ao o infrator, e desmoraliza o trabalho de fiscalizadores, engenharia de trafego e educadores, pois literalmente convida o condutor a andar mais, (é como deixar a chave na porta para o ladrão).
Num país que temos péssimos condutores e que se julgam bons EX: Se parar num estacionamento e cuidarmos a grande maioria dos condutores puxão o freio de mão sem acionar o botão e ai faz aquele barulhinho (gleeek). (Ação que gera desgaste prematuro no sistema).
O
u me falam que seu carro é seguro tem ABS, se questionado pelo funcionamento não sabem usar o equipamento, muitos falam que tem AIR BAG e não precisão usar o cinto de segurança (que absurdo) entre outras mais. Que nos vão falar então sobre relação de velocidade, impacto e conseqüências (a maioria não sabe).
A verdade que nosso sistema de formação de condutores ensina a obter a habilitação o que é bem diferente de ter habilidade.
Teríamos que ter leis mais sérias, mais fiscalizações punições mais severas e mais ênfase na educação feitas por pessoas realmente capacitadas, pessoas estas que ao ocuparem os cargos de relevância no sistema de trânsito deveria ter o mínimo de conhecimento técnico. Pois pagamos diariamente com vidas pela falta de capacidade de alguns (condutores, legisladores e outros que com seus cargos deveriam preservar a VIDA e não ao interesse de despreparados, infratores e irresponsáveis).

Cláudio Jurandir da Silva.
Instrutor de transportes

Pela Revogação
Deixo expresso meu voto pela revogação dessa resolução absurda do contran!!!

Max Gil L. de Sousa


Ministério das Cidades e Detatran erram!
As últimas notícias que recebemos sobre as estatísticas relacionadas aos acidentes de trânsito, que ocorrem diariamente em todo o país, demonstram que os números da tragédia têm aumentado significativamente. Logo, os valores gastos com os atendimentos à acidentes, que ultrapassam a 22 bilhões de reais por ano, números apresentados pelo IPEA, órgão do Ministério do Planejamento, serão ultrapassados na próxima pesquisa.
Sou convicto de duas situações: a primeira é que os números demonstrados ainda não refletem a realidade do nosso município, estado ou até mesmo do País em que sobrevivemos. A segunda é que esta questão não diz respeito, apenas ao poder público, mas, sim a todo o ser humano. Porém não posso deixar de citar as políticas públicas equivocadas que o Sr. Márcio Fortes e o Sr. Alfredo Peres têm desenvolvido a frente do Ministério das Cidades e do Denatran, respectivamente.
Quando menciono ser equivocada a forma de agir e porque fica claro que ações como:
- Reclassificar infrações, antes penalizadas severamente, diminuído os valores e pontuação e pior ainda, tirando o direito da ampla defesa do suposto infrator,
- Porém a que mais tem incentivado e promovido o aumento das mortes, é a obrigação de sinalizar onde estão os equipamentos de fiscalização.
Atitudes como estas privilegiam o condutor infrator e menospreza os demais usuários da via, tanto é verdade que, existe um movimento no país, para a revogação da Resolução n° 214/06.
Até concordo que não vivemos sem política, mas de políticas que venham garantir o bem comum e qualidade de vida a todos, não apenas aos apressadinhos.

Ênio Goyatá Fernandes - Especialista em Trânsito, Tecnólogo em Transportes e Agente de Trânsito.


Sou a Favor de informar onde esta o radar
Não acho justo que esconda radares a fim de lesar os bolsos dos motoristas, pois já pagamos ipva seguro obrigatório etc. Ai pra completar ainda por cima ficar pagando multa por excesso de velocidade ai é difícil. Acho que nos lugares de maior índice de acidentes deveria ter radares e que os mesmos tivessem bem sinalizados e tivessem bem visíveis, pois tem muito motorista que anda procurando radares nos canteiros das pistas, e acabam provocando acidentes por estarem desatento a pista ou até mesmo freando bruscamente quando conseguem enxergar os radares.

César


Pela revogação
Esse ministro é um rertardado mental ou acha que está na Europa.

Joyce Fisio


Pela revogação
Neste país, tudo funciona às avessas. O Errado passou a ser o certo. O corrupto tem muito mais prestígio, proteção legal, poder e dinheiro que o honesto, cumpridor de seus deveres. Tanto é verdade que as Georginas, os Lalaus, os fiscais do ibama, os da operação navalha e os Renans, da vida, estão à solta por aí, curtindo com as nossas caras. O mesmo tenta fazer o CONTRAN, quando, irresponsavelmente, tenta abrir um buraco na lei para proteger os irresponsáveis que aumentam, a todo o minuto, as estatísticas de mortes nas nossas ruas e estradas. Quando será que as nossas autoridades vão acordar para realidade e acabar de dar guarida aos infratores?
Parece-me que o único certo, neste país, foi Ruy Barbosa que, num desabafo excepcional, fincou em poucas letras a expressão de todo o cidadão honesto, "... sinto vergonha de ser honesto".
O(a) motorista honesto(a), que não vê em seu veículo uma arma, que é educado(a), que é res´ponsável, que não desabafa no trânsito os seus problemas sexuais, sente vergonha quando vê o infrator reduzir sua velocidade quando se depara com a "advertência" sobre RADAR à frente.
Vamos acabar com isso!
Vamos começar a agir com honestidade para com os cidaãos e cidadãs honestas, deste país.
Como dizia BORIS CAZOI: ISTO É UMA VERGONHA. Aliás, por onde ele anda?
Tristes e desiludidos abraços.

Walter Cestari Filho


Prezados Senhores,
Primeiro gostaria de esclarecer que sou a favor de qualquer medida que preserve a vida e o meio ambiente, e que é indiscutível que a sociedade deva ter mecanismos para coibir qualquer tipo de abuso e/ou violência, principalmente no trânsito.
Ocorre que o cidadão comum não suporta mais o abuso do estado na utilização dos medidores de velocidade, estes equipamentos permitem que o cidadão possa ser multado fotografando o veículo e através de uma notificação informando que a velocidade foi ultrapassada. Não seria nada de mais se quem pune fosse obrigado a provar de forma inequívoca e científica que de fato o cidadão ocorreu em uma infração de trânsito demonstrando o excesso de velocidade, mas a realidade não é esta, cada vez mais as prefeituras aumentam a arrecadação com a emissão de multas e a responsabilidade da prova cabe a quem foi acusado de cometer uma irregularidade, chegando ao absurdo de ter de fotografar que o aparelho estava oculto, que não havia sinalização quando na verdade deveria ser o inverso. Agora como provar que o aparelho não está devidamente aferido? Como realmente um cidadão comum pode ter certeza que o IMETRO garante que o erro do dispositivo e de apenas + ou - 7 km para qualquer velocidade como está determinado na resolução 51? Será possível a produção de tal equipamento com margem de erro tão grande para baixas velocidades, 40 km/h erro de 17,5% que seria inadmissível, e para 100 km/h o erro seria de 7% e para 150 km/h o erro seria de 4,6%. É um verdadeiro milagre tecnológico um aparelho que quanto mais alta a velocidade a ser monitorada menor é a sua taxa de erro que desta forma tenderia a zero.
Lembro que apesar do cidadão tentar recorrer da multa mesmo que tenha razão o seu recurso pode ser indeferido e o pobre coitado tem que recorrer em segunda instância, e adivinhem! ele terá de pagar a multa para poder recorrer. Alguém sabe como e quando será a devolução do dinheiro?
Entendo que o problema não está na resolução 214, o problema está na sociedade que não suporta mais o abuso do estado arrecadador de qualquer forma. Gostaria de lembrar que muitos escândalos políticos de hoje eram de pleno conhecimento de muitos, mas ficaram calados e hoje fingem que estão indignados. Talvez em breve quando surgir, não sei como e nem quando, um escândalo sobre multas eletrônicas apareçam um verdadeiro exercito de indignados que não imaginavam que o cidadão estava sendo prejudicado e o estado estava utilizando o recurso não para educar ou coibir abusos, mas só para aumentar a arrecadação.

Atenciosamente,
J Euclides Ferreira da Silva


Pela revogação
É, no mínimo, lamentável a atitude do governo em aceitar tal propositura quando o assunto em questão é a segurança dos cidadãos que trafegam nas vias públicas do País. Depois de tantos anos na fila, para que o Brasil tivesse um Código de Trânsito decente, a "articulação de interesseiros" sobrepõe-se ao direito à vida. Isso porque, o número de acidentes de trânsito - nas ruas, avenidas e rodovias - no Brasil é decorrente da imprudência da maioria dos motoristas, que é pessimamente preparada e mal orientada quando da passagem pela auto-escola.
Triste constatar que, agora, os "espertinhos e inconseqüentes" terão mais chances para propagar suas 'aberrações e loucuras', como trafegar a 150 km/h... 170 km/h em estradas visivelmente inadequadas para tais velocidades.
Infelizmente, o brasileiro que cumpre suas obrigações e tem respeito pelo próximo ficará mais uma vez vítima do 'lobby' de pessoas inescrupulosas que só pensam em si próprias; esquecendo-se, inclusive, do seu próprio bem-estar.
Incompreensivelmente, o Governo Federal não faz sua parte quando deixa de promover campanhas educativas junto às instituições de ensino. Além disso, piora a situação - que já é inaceitável e intolerante - ao permitir as mudanças que contemplamos nos últimos meses. Palmas para o (des)Governo Federal.

Aderlei de Souza
Jornalista


Pela revogação:
O argumento do Ministro Márcio Fortes, sobre a "indústria da multa", é insustentável para justificar a aplicação da Resolução 214. Cabe uma pergunta: a quem interessa essa Resolução que só vai fazer aumentar o índice de acidentes? Creio que única e exclusivamente aos barões que vendem equipamentos de transito aos Estados e ao Governo Federal. Acredito que o lobby para aprovação da Resolução 214 deve ter sido muito forte. Não seria o caso de abrir uma CPI? Pergunte ao Ministro qual a idade do(s) filho(s) dele e que carro(s) ele(s) dirige(m). De posse das respostas a estas perguntas talvez consigamos entender uma proposta tão absurda.

Luiz Cláudio, Rio de Janeiro

Na minha opinião esta é mais uma tacada deste governo marcado


Caros senhores, não vejo qual foi a motivação para a resolução 214, é totalmente contra o efeito corecitivo dos equipamentos de controle de velocidade, que já estavam mostrando efeitos positivos na redução de velocidade, é fácil para quem respeita as regras de circulação notar a diferença.
Para quem não costuma respeitar as regras, leis e normas impostas para o nosso próprio bem, esta resolução vem somente confirmar que só deve-se ser correto quando se está sob vigilância, mesmo que isto possa causar danos a outros.
Sou a favor inclusive de maior rigor na fiscalização e na aplicação de penas mais severas para os infratores que causam colisões por excesso de velocidade, pois, acredito que este tipo de infração, quando dela resulta uma colisão deve ser tratada como dolo eventual, pois, o risco é previsível.

Eliseo Gabardo


Chega de punições que se mostram ineficazes na redução de acidentes de trânsito. O Brasil tem assuntos muito mais sérios a serem tratados. Motoristas infratores que prestem serviços compulsórios a comunidade carente, desta forma sim teremos mais progresso.

Bertaglia


Resolução 214 - Pela Revogação

Yumi Shinkai


Sou a favor de informar onde
Acredito que, acima de tudo, o objetivo dos radares é evitar vítimas no trânsito. No caso das cidades, não adianta nada ter um radar escondido, multando o motorista depois do atropelamento ou do acidente no local de perigo. Tomo como exemplo o caso de Blumenau, onde TODOS os radares têm identificação vertical (lombadas eletrônicas), e TODOS tem o mesmo limite de velocidade. A cidade é cheia deles, mas todos em locais onde realmente a velocidade deve ser reduzida, como em curvas, travessias ou em locais onde haviam reais excessos. Isso acabou com a "indústria da multa", muito comum no nosso país (onde se pensa primeiro no dinheiro, depois nos cidadãos), reduziu o número de acidentes e deixou os motoristas contentes, já que agora sabem que podem transitar sabendo que não serão "vítimas" de radares em momentos de distração (que, todos nós sabemos, acontecem). Existem os motoristas que se excedem e devem ser punidos? Sim, existem. Mas para estes casos não deveríamos contar com os guardas de trânsito municipal, advertindo em caráter educativo e multando em caso de reincidência? Não adianta punir sem educar (prática esta muito comum também no nosso país).
Nas rodovias, vale-se do mesmo princípio. Trafego com freqüência pela BR116, entre SC e SP, e são desproporcionais alguns dos limites de velocidade impostos. Temos, na mesma rodovia, com as mesmas condições de táfego, limites que variam de 80 a 110 Km/h (desconsiderando-se, claro, os pontos onde se faz necessária redução em curvas fechadas, por exemplo), que não tem razão de ser, a não ser pela necessidade de se multar "industrialmente". Hoje temos carros mais estáveis, e uma geração que está mais habituada a velocidade do que a geração anterior, e que tem mais preparo para estas velocidades. Não justifico aqui pessoas que excedem absurdamente um limite de 110Km/h trafegando a 140, 150km/h ou mais, mas também, neste caso, deve-se fazer valer a figura do policial rodoviário, também em caráter educativo e, em caso de reincidência, punitivo. De que adianta levar a multa e causar o acidente em seguida? Cito o exemplo do Paraná, que verificou alto índice de acidentes em uma curva na BR376, onde, ao invés de instalar um radar oculto, ou não sinalizado (como acontece, por exemplo, no final do RodoAnel em São Paulo), colocou um radar com sinalização (lombada eletrônica), e inicia os avisos de necessidade de redução e radar quilômetros antes da mesma.
Novamente, devemos normatizar, padronizar, equalizar, educar... Em resumo, fazer o que qualquer país civilizado faz.
Sou a favor e defendo a Resolução 214, como forma de acabar com uma parte da indústria de multas e como forma de acender o debate sobre a necessidade de uma campanha AMPLA de educação no trânsito. Só punir revolta, não traz nenhum benefício prático a longo prazo, educar resolve!

Silvio Oliveira Jr


Obrigado pela oportunidade de expressão!
Enquanto tivermos pessoas de influência política, sem capacidade técnica, ocupando cargos de extrema importância nos órgão de trânsito, estaremos fadados a criação de regulamentações as Leis de trânsito, sem o mínimo de sensibilidade as vítimas de acidentes de trânsito.
Se tiver alguém preocupado com o bolso quando cita "a indústria da multa", demonstra ser um exímio infrator! Que frieza com a vida do ser humano! A redução dos acidentes e suas conseqüências devem causar-lhes algum tipo prejuízos.
É óbvio que se reduzirem os acidentes de trânsito, feridos e mortes, muitas empresas ligadas ao atendimento humano reduzirão os seus ganhos. Que as empresas ligadas ao transporte e recuperação dos danos materiais também terão prejuízos. Mas esquecem que os prejuízos as famílias das vítimas, e a todo sistema social, serão muito maiores se observarem os custos de uma vítima fatal ou mesmo sendo ferido.
Nas estradas, estamos transitando como se estivesse numa roleta Russa, pois jogados a sorte, corremos o risco, a cada curva ou a cada infrator que passar ou cruzar por nós.
Já que esta não é uma Lei divina, que Deus nos proteja da insensatez e dos abusos no trânsito.

Roberto L. Fraga
Policial Militar Rodoviário há 25 anos, Tecnólogo em Gestão de Trânsito e Transportes, cursando Pós-graduação em Trânsito, Comandante do 22º Grupo de Polícia Militar Rodoviária Calmon SC www.pmrv.sc.gov.br



Sou a favor de informar onde está o radar
Não faz o menor sentido esse movimento que o tal do SOS estradas faz no sentido de revogar essa resolução. Parece que vocês não utilizam os vossos cérebros o suficiente para parar e pensar antes de ser contra algo.
Antes de mais nada vejamos o seguinte: Qual a finalidade do radar em uma estrada ou via pública urbana? Sua única finalidade é garantir que a velocidade máxima permitida seja mantida pelo motorista que passa por aquela via. Oras, de que adianta um radar que não cumpre essa função. Um radar escondido não vai fazer com que o motorista imprudente diminua sua velocidade, vai apenas registrar uma multa que chegará à residência do infrator vários dias depois. Muito provavelmente ele nem se lembrará de onde é que veio aquela notificação. Um radar visível impõe ao motorista que ele reduza sua velocidade pois o mesmo saberá que está sendo vigiado e que, caso abuse da velocidade, receberá uma multa.
Outra coisa que acontece frequentemente com as autoridades de trânsito responsáveis pela instalação desses equipamentos é o seguinte: ao invés de se colocarem os radares em pontos em que o excesso de velocidade represente maior perigo tanto aos motoristas como aos pedestre, eles normalmente são colocados em trechos de descida, ou de retões onde o perigo de acidentes é significativamente menor e que normalmente não há tráfego de pedestres.
Como podemos interpretar uma atitude desse tipo? Muito simples. As autoridades de trânsito pouco se importam com a segurança de motoristas ou pedestres e sim com a possibilidade de arrecadar o máximo possível de dinheiro com o pagamento das multas. Chegam ao absurdo de estudarem quais os locais onde provavelmente o motorista poderá exceder a velocidade, independentemente de que esse excesso seja mais ou menos perigoso, e colocam nesse ponto um radar bem escondido para que multe a maior quantidade possível de motoristas.
Há muitas estradas no Brasil em que existem trechos que trafegar com um certo excesso de velocidade praticamente não implica em risco algum à segurança como por exemplo a rodovida dos Bandeirantes, trechos da Castelo Branco, Airton Senna, Imigrantes entre outras. Nessas mesmas rodovias há trechos mais perigosos com curvas ou que passam próximo a perímetros urbanos e, invariavelmente, nunca há radares fotográficos nesses pontos mais críticos.
Essa resolução obrigará às autoridades de trânsito a colocarem os radares fotográficos nos locais onde realmente eles são necessários para que os motoristas reduzam compulsoriamente suas velocidades. Claro que, com isso, a arrecadação com multas irá diminuir bastante mas isso significará que os motoristas estão andando mais devagar onde realmente isso é necessário.
Claro que onde não houver radar é possível que alguns motoristas abusem da velocidade mas há muitos trechos de várias estradas em que essa questão não é tão importante. O mais importante é que, nos trechos em que o excesso represente perigo, o radar intimide o mau motorista e o faça andar mais devagar.
Chega de multas surpresa. As autoridades de trânsito devem zelar pela segurança e não zelar pela arrecadação.

Mario Carmo


Resolução sobre o uso dos radares - Essa resolução é uma piada!!!

Alberto Marques


Gostaria de expor minha opinião me posicionando favoravelmente à da resolução 214 do CONTRAN. Curitiba é um exemplo de que essa lei deu certo. Verifique o link a seguir:
http://www.jornaldoestado.com.br/index.php?VjFSQ1VtUXlWa1pqU0ZKUFVrZDRUMWxYTVRCT1ZsSnpWV3hhYVZadVFsWlVWV2gzVkcxU05rMUVhejA9
Grato pela oportunidade.

Diego da Silva Sirtoli


Minha opinião é a seguinte sobre obrigação de avisar a localização de radar na via:
A Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro diz que todos tem que conhecer as leis vigentes no país.
O código de Código de Trânsito brasileiro diz em um dos seus artigos que todos devem obedecer, ou seja, as vias geralmente são sinalizadas com o limite de velocidade, portanto, cabe aos condutores obedecerem, esta sinalização é de caráter imperativo.
A lógica é simples fazendo uma comparação com o crime: " Sr. criminoso não me ataque aqui porque tem policiais daqui a 100 metros e eles podem prender o Senhor depois disto podem fazer o que quiserem comigo e com todos"
Na via sinalizada com a placa de aviso com radar acontece: "Sr. Condutor não corra aqui porque tem radar a 100 metros e poderá lhe autuar, porém, depois o Sr. Pode utilizar o limite máximo de velocidade de seu veículo que ninguém vai constatar este crime"
Todo condutor habilitado é obrigado a conhecer o C.T.B.
Vale salientar que excesso de velocidade é crime de trânsito.
A tendência natural é crescer mais o número de acidentes no país.

Benedito Jorge de Carvalho


Srs.,
Sou inteiramente contrário a esta resolução, pois desta forma estamos pondo em risco eminente nossas vidas nas rodovias e até mesmo na área urbana. Pois o bom motorista sempre respeita o limite de velocidade, estando ou não visível os radares. Ao contrário dos maus motoristas que irão abusar ainda mais dos limites de velocidade, causando sérios acidentes e ainda por cima saem impunes desta vergonhosa Lei de trânsito Brasileiro, que dá o direito de maus motoristas matarem, mutilarem pessoas inocentes e ficarem impunes.

Abraços.
Livaldir Francisco Carlos Fonseca
Piracicaba - SP


É a mesma coisa de dar carne a gato.
Se é para fiscalizar, não se pode facilitar.
Nos Estados Unidos quando você menos espera lá está a patrulha te fotografando e te multando. Lá a coisa é séria. Se abusou vai pagar pelo abuso e paga bem, paga alto, inclusive com punições severíssimas.
Sou totalmente contra indicar ao mal educado, ao irresponsável o local onde ele deve diminuir a velocidade. A rodovia deveria ser sinalizada e não deveria - nunca - informar os locais onde estão instalados os controladores de velocidade. Só assim os maus motoristas tomarão vergonha na cara e serão mais responsáveis. Caso contrário, multas pesadíssimas. Brasil, um país de todos os "espertos"...

Walter Cestari Filho


Os chamados "pardais" são realmente uma fonte de arrecadação, pois quem mora nas localidades onde eles estão instalados, não respeita a velocidade e quem acaba sendo multado são moradores de outras localidades e que, eventualmente, passam por este tipo de radar, sem qualquer aviso educativo.
Recentemente, o Alexandre Garcia, da Rede Globo, que anteriormente vivia criticando a alteração do Código de Trânsito, quanto à nova dosemetria da multa em relação à velocidade, fez uma viagem pela Europa e mudou o discurso, pois lá, apesar da velocidade ser bem maior, ele não observou nenhum acidente, pois as estradas são perfeitas, bem sinalizadas e com o máximo de segurança.
Em vez de reclamar sobre a sinalização dos radares, deveríamos lutar pela manutenção adequada de nossas estradas. Vejam o exemplo da Regis Bittencourt, principal ligação do Sul com o Sudeste, é uma vergonha a quantidade de buracos, falta de sinalização, capim invadindo a pista e ninguém protesta ou vai a justiça para que o Estado cumpra a sua parte. Nesta estrada existe até o absurdo de coexistirem placas antigas, quando havia mão e contra mão - velocidade máxima de 80 Km/h, e placas novas de 110 Km/h, sem que ninguém proteste.
Vamos lutar sim pela melhoria de nossas estradas, sem buracos, sinalizadas e se for o caso pedagiadas, pois é preferível pagar pedágio do que andar em buracos. Vejam os exemplos das estradas estaduais de São Paulo, da Dutra, etc.
Esta é minha opinião.

Atenciosamente
Helio Gama


A questão da sinalização dos controladores de velocidade:
"Do ponto de vista da acidentologia viária, o equipamento controlador eletrônico de velocidade do tipo discreto (pardal), que tem por finalidade o monitoramento da velocidade ao longo da via de tráfego, não deveria dispor de sinalização indicativa do seu posicionamento, devendo apenas ser sinalizada a sua existência em pontos estratégicos da via de tráfego. O mesmo vale para o radar móvel/estático e o radar portátil. A indicação da localização dos pardais por meio de sinalização compromete toda a eficiência deste equipamento frente aos acidentes de trânsito, resultando na redução da velocidade por parte do condutor infrator (aquele que trafega com excesso de velocidade) apenas no trecho correspondente à localização do pardal, fazendo com que o mesmo funcione como um controlador eletrônico de velocidade do tipo ostensivo (lombada). Este sim deve ser sinalizado, inclusive a redução de velocidade anterior a sua localização. Convém salientar, ainda, que cada tipo de equipamento controlador eletrônico de velocidade tem a sua finalidade. Muito se fala em indústria da multa, mas a pior é a indústria da contra-multa. A velocidade, além de ser causadora de acidentes de trânsito, também é responsável pela maior gravidade dos mesmos. Quanto mais velocidade, mais acidentes de trânsito, mais mortos e feridos".

Rodrigo Kleinübing
Perito Criminalístico Engenheiro do RS - Especialista em Acidentes de Trânsito - Co-autor do livro Dinâmica dos Acidentes de Trânsito - Análises, Reconstruções e Prevenção, 2a edição, Editora Millennium (2005).


Sobre a polemica dos pardais sinalizados
Os chamados pardais eletrônicos ou radares, devidamente sinalizados, provocam uma redução imediata do numero de acidentes. Isso é incontestável.
Mas cobre-se a cabeça e descobrem-se os pés. Pois, naturalmente, os motoristas apressados vão abusar da velocidade onde não houver esse controle. Diminuem-se os acidentes e perdas de vidas naqueles poucos metros de via sinalizados e policiados e deixa-se milhões de quilômetros sem esse controle.
Penso que os avisos da presença dos equipamentos e a visibilidade dos mesmos, sendo obrigatórios, provocarão um comportamento ainda mais perigoso do que se pensa em todos os trechos onde nao houver tais avisos e equipamentos. Quem prioriza seu desejo de guiar em alta velocidade (tendo investido, em muitos casos muito dinheiro, numa máquina capaz de fazê-lo) em detrimento da segurança das vias por onde trafega, certamente irá buscar compensar a privação dele, ocorrida nos poucos metros onde estejam os avisos e o equipamento, buscando velocidades ainda maiores nos trechos isentos de controle.
Vejo também que a Resolução 214 vai inviabilizar a instalação conseqüentemente necessária da sinalização e do equipamento em cada trecho de todas as vias terrestres brasileiras. O custo é elevadíssimo e o financiamento será impossível de alcançar.
Sem essa Resolução, que tapa o sol com a peneira, seria muito melhor aumentar o numero de equipamentos moveis de controle de velocidade, pois os fixos, mesmo não sinalizados, ficam com o tempo conhecidos pela maioria dos que trafegam no respectivo trecho da via.
Aqui na Suíça não existem avisos de controle de velocidade. Detectores de radar e Sistema de navegação com indicação dos locais de controle de velocidade são proibidos. E as multas têm valor elevado.

Wilson Nobre
Ergonomista e Mestre em Design pela PUC - Rio.


Amigos,
A Resolução Nº 214 do CONTRAN, aprovada em Out/2006 e em vigor a partir de 21/05/2007, tem a sua importância e queiram ou não acaba de entrar para o hall das genialidades brasileiras. Será o "marco" de uma das mais absurdas e burras decisões já aprovadas por este governo! Somente pessoas fora de seu equilíbrio mental e sem a menor sensibilidade podem fechar os olhos para um dos mais graves problemas do Brasil, "a violenta e crescente mortalidade de pessoas no trânsito".
O que causa mais espanto e repulsa?
É que as autoridades que aprovaram e colocaram em vigor esta Resolução, são as mesmas que detém em parte o poder de solução e/ou de diminuição desta onda de dor e sofrimento.
Depois de tomar conhecimento da opinião de profissionais como: William Bonner, Carlos Alberto Sardenberg, Alexandre Garcia entre outros, só me resta na condição de um pai que perdeu seu filho na violência do trânsito, ratificar as sensatas palavras destes ilustres jornalistas, unindo-me de forma solidária " Pela Revogação" deste ato insano, bem como transmitindo antecipadamente àqueles que felizmente ainda não perderam seus entes queridos, os meus sinceros pêsames!

Fernando Alberto da Costa Diniz
Pai de Fabricio Pinto da Costa Diniz - Falecido em trágico acidente na Ave. das Américas em 10 de março de 2003


Prezados;
Sou, totalmente a favor da revogação da Resolução 214 do CONTRAN.
Exemplificando esta resolução, seria como, se em nossa casa indicássemos ao meliante quais as portas ou janelas que possuem alarmes ou ainda se em nossos aeroportos, estádios, teatros, boates, armazéns de carga, etc...Informássemos quais os portões que possuem câmeras ou detectores de metal.
Devemos ser informados que estamos sendo vigiados, entretanto não acho que devamos saber onde se encontram os dispositivos.
Quem não pretende cometer ilícitos não tem o que temer.
ESTA RESOLUÇÃO É UM ABSURDO.
Por favor vamos legislar para os cidadãos de bem, adotando critérios severos de penalidades, pois quem é do bem, não se importa com o rigor que as leis possuem. Quem tem que temê-las são os marginais.
Cabe ainda destacar, a EDUCAÇÃO como um vetor principal na resolução de uma das mazelas de nossa sociedade, o transito. Isto fará, certamente, que possamos evitar perdas de vidas humanas, perdas de milhões de Reais da UNIÃO/ Estados e Municípios e sobrecarga em nossos hospitais públicos no atendimento as vítimas de transito, que são sua grande maioria.
Aproveito a oportunidade, para expor minha modesta opinião sobre o nosso ensino atual. Convicto de estar compartilhando esta minha angústia sobre o nosso BRASIL DO FUTURO, com pessoas que tenham comprometimento com o bem comum, apresento-lhes:
e a educação, durante décadas, tem sido um dos principais temas de campanha de governo. será tudo mentira?
Será que ainda teremos tempo para consertar esta tragédia? Hoje não existem mais reprovações, apenas estatísticas.
Não que seja apenas a favor da reprovação, sou a favor do fornecimento de um ensino de boa qualidade, para que se possa então obter os resultados.
Pelo atual estágio, entendo que serão necessários mais ou menos dez governos ou duas gerações, isso se hoje adotarmos medidas urgentes e eficazes.
Que tipo de profissionais teremos daqui a cinco ou dez anos? Imagine o médico, o advogado, o engenheiro, o enfermeiro, o técnico ou qualquer outro profissional, inclusive o motorista, que irá atendê-lo num futuro próximo.
Isto é muito preocupante. Estatísticas acompanhadas de indicadores são importantes para orientar e avaliar a gestão e não para enganar a opinião pública.
A sociedade deve exigir a adoção de medidas efetivas de ensino, já consagradas, tais como:
- remunerar dignamente os profissionais da educação e seus apoios, (não precisamos de muito mais cieps, ciacs, ciaps, etc...);
- escolas municipais responsáveis por creches e pelo ensino fundamental;
- escolas estaduais responsáveis pelo ensino médio, com estruturas de formação que orientassem os alunos para as áreas tecnológicas, de saúde, de administração, de ciências contábeis, de direito, de filosofia; etc...
- acabar imediatamente com a aprovação automática (nos ensinos fundamental e médio);
- incentivar a criação de escolas técnicas de nível médio para as áreas tecnológicas, de saúde, de administração, de ciências contábeis; de direito; etc...
As medidas acima já existiram em outras épocas, pena que foram totalmente desativadas. Nada disso é novidade, apenas falta vontade e seriedade para sua reimplantação.
Escola pública de boa qualidade, isto é que é democracia, oferecer oportunidades iguais para todos, independente de classe, raça ou credo, assim não precisaríamos falar neste outro absurdo que são as cotas.
Aproveitaria a escola quem possuísse capacidade de acompanhar a evolução do ensino. Aqueles que, por ventura, não pudessem acompanhar os estudos, seriam conduzidos a outras escolas profissionalizantes compatíveis com as suas habilidades ou inteligências específicas.
O Brasil necessita resolver os problemas da formação de suas bases de ensino e não o final da linha que é o ensino superior. Necessitamos formar muitos profissionais de nível fundamental e médio com boa qualidade e conseqüentemente teremos bons profissionais de nível superior.
Cabe ainda questionar, se um adolescente(de menor) de 16 anos (alfabetizado, semi alfabetizado ou analfabeto), tem o direito de escolher o mais alto cargo de uma nação, ou seja votar, porque este mesmo adolescente não pode responder criminalmente por seus atos,perante a justiça, como se fora um cidadão?.
as vítimas sempre seremos nós mesmos,brasileiros. Vitimas da nossa própria incompetência de escolha, de gestão e de participação.
Continuo acreditando que um povo é que constrói uma nação. este povo deve exigir preparo de qualidade, para poder conduzir os verdadeiros interesses de sua nação.
Ela é a nossa casa, se estiver mal, todos estaremos mal, se estiver bem, todos estaremos bem. (ditado japonês)
Como somos também americanos, só que do sul, e muitas vezes copiamos coisas absurdas de nosso vizinho do norte, deveríamos copiar também as coisas certas. Cito como um dos principais exemplos o de um governante, que em um determinado momento de sua história, conclamava seu povo a assumir atitudes, ela acatou e isto virou um modo de ação desta sociedade, cujo lema é:
- não perguntes o que o teu país pode fazer por você e sim o que podes fazer pelo teu país.
Ainda continuo acreditando. Vamos agir. Senão o nosso Brasil do futuro (melhor), que há muito tempo ouvimos, não estará pronto para acolher nossa juventude.

Obrigado,
A. Bessa


Discordo dessa resolução que contraria todas as opiniões técnicas.
Essa idéia louca desse ministro que fez com que o Contran tivesse que "engolir" tal medida

Obrigada Léa


A longa manifestação na Rádio CBN do jornalista Willian Bonner sobre a Resolução 214 do CONTRAN, reproduz exatamente minha opinião.
Não podemos confundir educação com punição. A punição pode até ser a derradeira forma de educar.
Mas não punir quem, deliberada e voluntariamente, excede os limites de velocidade de uma via, pondo em risco a vida de terceiros, porque o equipamento que flagra a INFRAÇÃO não é ESCANDALOSAMENTE informado e sinalizado, é outra coisa.
Em minha modesta opinião, trata-se um surpreendente estímulo à impunidade e à impunibilidade (um neologismo brasileiro que conceitua a incapacidade da autoridade em exercer seu legítimo dever de punir).


Fernando Pedrosa


Prezados,
Infelizmente, pardal em ruas, avenidas, estradas virou fonte de renda. Acho um absurdo conduzir obedecendo as placas de velocidade. já tomei multa por excesso de velocidade a 62Km/h simplesmente porque a placa de aviso de controle de velocidade estava longe do bendito pardal, o local? Rodovia Amaral Peixoto próximo a entrada para Búzios, sabem o porque? Quem colocou o dito acha que todos os carros com velocidade acima de 60Km/h vão para Búzios, logo se você ultrapassa o trevo é óbvio que vai retornar aos 80Km/h, e tome uma multinha para deixar de ser bobo.
Quanto a placas de velocidade outra que eu acho a máxima:
Na Rodovia Via Lagos, no primeiro lugarejo próximo a Rio Bonito tem uma Chicana com placas limitando a velocidade a 40Km/h, tente fazer esta velocidade qualquer dia, qualquer hora. O pior, quem vem de Araruama tem uma placa com 80km/h (oitenta) , ou seja se tentar ser obediente.
Minha conclusão é a seguinte se a rodovia, rua, avenida, o que for tem uma determinada velocidade máxima e por qualquer motivo (curva acentuada, travessia de pedestre) tem que ser bem avisada aos motoristas. Se o intuito é obter renda esconda os pardais e não sinalize, ou se o objetivo é garantir a segurança de todos sinalize bem, coloque pardais em trechos avulsos, não somente em pontos trágicos, onde é ponto de morte. Se a rodovia, rua, avenida é permitido sou a favor da sinalização sobre controle de velocidade, sou a favor de placas com velocidades compatíveis com o local e tráfego, sou a favor de pardais em locais avulsos, mas com aviso. Sou a favor de meter pardal para quem trafegar a baixo de 20% da velocidade máxima na pista da esquerda.

Manuel Macedo de Ávila


Pela revogação, por uma sinalização clara e lógica dos limites a serem cumpridos, que não ponha risco nenhum cidadão.
Pela colocação de niveladores com a calçada em locais de travessia freqüente e ou estreitar a pista aumentando calçadas, além de outros sistemas para obrigar fisicamente a redução de velocidade sempre que for necessário (locais com reincidência de acidentes).
Investir em infra-estrutura para pedestres, ciclistas, sinalização adequada, educação para o trânsito de pessoas, fiscalização. Medidas bem mais educativas que avisar do radar, quando o aviso a ser dado é o do limite de velocidade.

Atenciosamente,
Lourdes Zunino Rosa


Gostaria de expressar meu apoio à Resolução 214 do Contran. Ela será importantíssima para acabar com a indústria das multas, pois os motoristas têm o direito de saber onde estão os radares de trânsito. Para as pessoas que gostam de comparar nosso país com a Europa e os Estados Unidos neste aspecto, que tal falarmos nos valores das multas, que lá na maioria dos casos são bem menores do que aqui? Estes valores abusivos cobrados no Brasil incentivam a indústria das multas (que tem muitos defensores, inclusive chefes de programas governamentais). Por isso, a Resolução 214 Contran deve ser aplaudida.

Daniel Fernandes


Enquanto os países desenvolvidos adotam mecanismos e leis eficientes para acaba com a impunidade e propiciar maior segurança à vida das pessoas, no Brasil se faz o contrário.
O absurdo da mudança do art. 218 do CTB, (Res. 202/06) uma medida politiqueira e a resolução 214 que faz inúmeras exigências aos órgãos fiscalizadores, inviabilizando o processo de fiscalização e beneficiando a impunidade.
E não para por aí gente! Há outras resoluções que foram baixadas para inviabilizar/dificultar a fiscalização, como a Res. 204/06.
É lamentável.

Odete Brancher Becker


Sou a favor da revogação da resolução do CONTRAN.
1º - Se o motorista é consciente, ele andará na velocidade correta, na medida em que a sinalização esteja perfeita, é claro...
2º - Se NÃO obedecer a sinalização, deverá ser multado, não precisando ser "avisado" disto, através de indicações de radares, já que as campanhas de educação no trânsito tem sido bem divulgadas e, em tese, o motorista tem plena consciência das regras já que a habilitação lhe é conferida nestas condições.
Infelizmente, para muitos, a consciência só vem após a penalidade.


Bárbara



Parabéns pela organização desta sondagem; espero que os participantes recebam uma informação sobre os resultados. Agradeço antecipadamente.
Acredito que o CONTRAN era ciente dos inconvenientes da sinalização dos radares, os quais foram amplamente ressaltados, porém que optou a favor de efeitos que ele julgou mais importantes no contexto atual. Para mim, os argumentos a favor da sinalização são:
Otimizar a eficácia dos medidores de velocidade cujo objetivo básico é a redução dos acidentes no local onde estão instalados. Se o CONTRAN quiser acabar totalmente com os acidentes nos locais aonde se colocarem radares, isto se obtém somente com sinalização.
Acabar com os recursos baseados sobre as falhas da sinalização, legítimos em muitos casos e que complicam seriamente a administração do sistema.
Não prejudicar exageradamente os condutores profissionais que podem perder a sua carteira e, conseqüentemente, o seu emprego, em conseqüência de um número relativamente pequeno de infrações menores. Muitos caminhoneiros e outros profissionais percorrem mais de 50.000 km por ano. Muitos devem passar por mais de 1.000 radares no mesmo período. Para eles, basta errar em meio por cem dos casos para perder a carteira. Então, se os radares não estiverem sinalizados, a margem de erro para avaliar a velocidade permitida em qualquer ponto do território é, de certa maneira, de 0,5%. Para alcançar este nível de resultado, cada dia, ao longo do ano inteiro, é preciso dispor de uma sinalização de limitação de velocidade absolutamente perfeita, em todo o pais, o que não se verifica atualmente. Acredito que o CONTRAN levou em conta este problema na redação desta resolução, pois as autoridades de trânsito não disponibilizam atualmente uma infra-estrutura de transporte de qualidade adequada, e as condições de trabalho dos transportadores são extremamente precárias.
Obter uma boa aceitação, pelo público, do sistema dos redutores eletrônicos de velocidade, em previsão de numerosas campanhas de instalação de tais equipamentos, nas redes federal, estaduais e municipais.
Acredito que a medida não impede o uso, pela polícia, de radares móveis não sinalizados, o que deveria compensar o inconveniente da sinalização dos radares fixos.
Em conclusão, acho a medida realista e oportuna no contexto atual.

Paul Chambert-Loir


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