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- Sumaré- SP
Dados

Localização: região sudoeste - São Paulo

DDD: 19

População: 237.135 habitantes
Altitude: 583 m

Distâncias das principais cidades:
São Paulo - 115 Km
Nova Odessa 6 Km
Americana 12 Km
Paulínia 18 Km
camp[inas: 25 Km
Hortolândia 9 Km
Brasília 1060 Km

Principais atrações: Horto Florestal, Parque Aquático, Represa Marcelo Pedroni, Casarão da Fazenda Sertãozinho e a Estação Ferroviária.

Principais atividades:
Indústria, agricultura, comércio e prestação de serviços

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Município localizado na região sudeste do Estado, distante 115 Km da cidade de São Paulo e integrante RMC Região Metropolitana de Campinas. A cidade tem predominantemente um clima de altitude Tropical, à uma altitude média de 600 metros e temperatura média de 25º C, dias ensolarados em torno de 75% do ano.

Apesar do crescimento acelerado, Sumaré preserva características típicas de cidade do interior, como praças arborizadas, locais para caminhadas e espaços de convivência. Por outro lado, a grande concentração de indústrias deu ao município a segunda maior população da Região Metropolitana de Campinas, além de fomentar uma bem-estruturada rede de serviços e comércio. Além dos negócios gerados pela intensa atividade industrial, os visitantes são atraídos pela história da cidade, ligada à ferrovia e à forte imigração de europeus. Sumaré também integra o Circuito Turístico de Ciência e Tecnologia e cresce a cada ano no chamado turismo rural, já que toda a região é rica em belezas naturais e diversidade agrícola.

O que visitar

No Horto Florestal, o visitante encontra trilhas ecológicas de vários níveis de dificuldade, além de viveiro de plantas. Para os que viajam com crianças, a boa pedida é o parque aquático Paraíso das Águas. Com 100 mil m², o local oferece sete piscinas, quadras, vestiários, lanchonete, três tanques para pescaria e quiosques para churrasco, tudo informatizado por meio de cartões. Outros pontos turísticos badalados de Sumaré são a Represa Marcelo Pedroni, o Casarão da Fazenda Sertãozinho (1870) e a Estação Ferroviária, inaugurada em 1875 e reconstruída em 1916.

História

Em meados do século XVIII, surge nesta região a Vila de São Carlos das Campinas. Ao seu redor vão surgindo as sesmarias, grandes porções de terras incultas e devolutas que o governo imperial concedia a pessoas que gozavam de prestígio pelo império português no Brasil. Sumaré tem a sua origem vinculada as sesmarias. As mais antigas referências à região do Quilombo, há mais de 200 anos, são encontrados em documentos de doação das sesmarias.

Com o desmembramento das sesmarias, a região passa a ser formada por fazendas. Em suas culturas, destaque para o café. Com fazendas e povoado formados, no dia 26 de julho de 1868 foi construída uma capela dedicada à Nossa Senhora de Sant’Ana, marco da fundação de Sumaré.

Em 1875, com a inauguração da estação da Companhia Paulista de Estradas de Ferro, o povoado progrediu rapidamente. A Estação recebeu o nome de um dos maiores engenheiros brasileiros, Antonio Pereira Rebouças Filho.

Em 1920, em franco desenvolvimento, o povoado já contava com energia elétrica, posto policial, iluminação pública, cartório, escola, serviço telefônico, igreja matriz, subprefeitura e pronto socorro. O serviço de abastecimento de água foi inaugurado em 1934.

Sumaré, em seus primordios era conhecida como Quilombo. Com a passagem da estrada de ferro, Quilombo passou a ser chamado Rebouças. A denominação Sumaré, nome de uma orquídea originária desta região, se deu em 1945, por meio de um plesbicito. A escolha do nome se deu em face que a legislação brasileira impedia dois povoados ter o mesmo nome. Na época, existia uma cidade, com nome de Rebouças, no Paraná. O nome da orquídea Sumaré foi escolhida dez anos antes da emancipação politico administrativa do município, que conquistaria a sua independência de Campinas no 1° de janeiro de 1953. Sumaré é elevado à condição de Comarca no ano de 1964.

A partir da década de 60, a população sumareense passou a registrar um crescimento vertiginoso. Na década de 70, o crescimento demográfico chegou a quase 400%. O crescimento populacional se deu, basicamente, pela grande oferta de terrenos, a preços acessíveis, e pelo desenvolvimento industrial. Sumaré passou a ser visto como uma terra de oportunidades, atraindo migrantes de todas as regiões do Brasil.

Imigrantes e migrantes

A história de Sumaré se divide nitidamente em duas partes: até 1950 sua população era basicamente formada por imigrantes italianos e portugueses; depois de 1950, pela presença de migrantes de todos os estados do Brasil. Os imigrantes vieram quando o café chegou a Campinas na segunda metade do século XIX. A produção cafeeira avançava para o oeste paulista deixando para trás as terras cansadas e as antigas fazendas retalhadas em pequenos sítios, agora ocupadas pelos imigrantes. Eles compravam terras, praticavam a agricultura nas imediações de Sumaré ou abriram comércio na zona urbana. O vilarejo crescia ao redor da Estação de Rebouças, impulsionado pelo comércio, pela incipiente indústria de sabão, de tijolos, de bebidas e pela atividade extrativa da madeira.


Em 1907 o povoado tinha perto de 300 habitantes, em 1912 pouco mais de 400, em 1940 o distrito tinha perto de 5.000 e em 1950 chegava a 6.000. Coincidido com a industrialização do Sudeste, as indústrias alcançaram Sumaré nos anos 50 e a partir de então o município vivenciou um crescimento vertiginoso a cada década. Em 1943 veio a 3M do Brasil e, de lá para cá, dezenas de outras indústrias seguiram o mesmo caminho, impulsionando o desenvolvimento do município. Em 1991, o distrito de Hortolândia conquistou a emancipação político-administrativa de Sumaré. Na agricultura, atualmente, o seu forte é a produção de tomate, que exporta para os países do Mercosul, e a cana-de-açúcar, sendo esta cultura, a que concentra a maior área de cultivo.

COMO CHEGAR:
Veja aqui o Guia São Paulo - Uberlândia (Via Anhanguera - SP-330)





ONDE SE HOSPEDAR:
 
   

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